TERAPIA HARI* NO SEU COTIDIANO
Você tem agora um excelente aliado contra o estresse e as aflições da vida pós-moderna. Comece a praticar a T.H*. Faça uma experiência incomum e maravilhosa, que não custa nada e pode ser repetida todos os dias, proporcionando-lhe maior prazer e satisfação. A T.H* trabalha inicialmente com o nível existencial, pois quando percebemos melhorias na qualidade de vida, nos empolgamos mais e desejamos manter por mais tempo aquela satisfação. A T.H* oferece exercícios de Meditação e Mantra Yoga para você otimizar a qualidade do seu "astral" (ou seja, relaxar e ficar bem consigo mesmo), aulas de Psicologia Aplicada, para que conheça seus limites e suas tensões e saiba lidar com eles, e ensinamentos dos grandes filósofos e Avatares da humanidade, para que as lições desses mestres inspirem sua vida cotidiana, incentivando-o a grandes realizações.
Envie um e-mail para terapiahari1@yahoo.com.br e saiba mais.
Hari OM!
segunda-feira, 11 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
A VERDADEIRA REVOLUÇÃO HUMANA
DESAFIOS DE UM REVOLUCIONÁRIO SOLITÁRIO
Quando falei pela primeira a um amigo sobre a ideia que me ocorrera de desenvolver exercícios práticos, a partir das técnicas do Yoga, e um sistema filosófico que agregasse a Sabedoria do Oriente e a Filosofia dos grandes pensadores do Ocidente, ele desconversou e desculpou-se, dizendo que precisava ir andando, mas antes deixou uma advertência: “As pessoas estão interessadas em ganhar dinheiro e se dar bem na vida. Esse seu negócio que você está pensando em fazer vai dar isso a elas? Se não for o que elas querem, você vai perder seu tempo – então, é melhor esquecer!”. Fiquei meio desapontado, mas não joguei fora a ideia, não.
Sempre fui um leitor contumaz e, naquela época, próximo à virada do século, tinha lido, em algum lugar, sobre “a maior revolução humana”. Acho que foi lendo algo sobre o budismo. Lá dizia que “a maior revolução não é aquela que move massas humanas para um objetivo - na revolução das massas, cada indivíduo depende dos demais para ter sucesso, enquanto a verdadeira revolução humana é individual e só depende do próprio ser humano”. Aquelas palavras, sem que o soubesse, causaram forte impressão dentro em mim, em meu mais profundo âmago. Elas ficaram gravadas em algum lugar insuspeito. Parece que aquietaram-se por dias no fundo da minha mente e do meu coração e depois, como que despertadas por um vulcão, explodiram dentro de minha cabeça. Comecei a ter necessidade de falar sobre ‘aquilo’ com as pessoas, mas elas pareciam totalmente desinteressadas. Eu era motivo de ‘fim de papo’ – todos, de alguma forma, davam desculpas e iam embora, quando eu puxava o assunto.
Felizmente, sempre fui dado à introspecção e ao isolamento e, ficando sozinho, comecei a escrever o que me vinha à cabeça, a fim de organizar as ideias àquele respeito. Assim, passava horas pensando e escrevendo sem parar, como se alguém ditasse para mim o que e como eu devia falar ‘daquilo’ para as pessoas. Quando algumas folhas de papel já estavam preenchidas, comecei a perceber que ali havia uma linha de pensamento bem elaborada. Meus conhecimentos, minhas leituras e experiências tinham aflorado inexplicavelmente e se derramavam sobre as folhas de papel.
Quando tive nova oportunidade de tratar ‘daquilo’ com os amigos, fui surpreendido pelo convite de um deles, que me disse: “Por que você não passa lá em casa amanhã, para conversarmos sobre ‘isso’? Parece interessante e você está decidido mesmo, não é?”. Ao que, prontamente, respondi: “Sim! Que tal à tarde?”, e recebi de volta um amistoso “Combinado!”. Chegando em casa, excitado com o encontro da próxima tarde, procurei elencar os pontos principais de minha ‘teoria’, para melhor ser compreendido pelo amigo. Afinal de contas, ele era um colega da faculdade – um ‘filósofo’, como costumávamos nos chamar -, e não seria bom falar bobagens a um ‘filósofo’.
Na tarde seguinte, fui bem recebido pelo colega e logo passamos a falar ‘daquilo’, sem delongas (quer dizer, eu comecei a falar, sem parar). Ele me ouviu atentamente por algum tempo, interrompendo-me, vez por outra, com indagações ou com ressalvas (o que eu considerei muito bom, é claro). No final daquela tarde, ambos tínhamos alguma outra coisa a fazer, então era hora de nos despedirmos. Porém, antes de ir embora, ainda de pé à porta, disse-lhe, entusiasmado: “Pretendo, em breve dar palestras sobre ‘isso’. O que você acha?”. Qual não foi minha surpresa quando ouvi sua resposta. Em tom grave, ele disse: “Você vai ser massacrado!”. Cheguei empolgado e sai decepcionado. Pensei em nunca mais falar de novo sobre ‘aquilo’ com alguém. Ele achou que eu não estava bem preparado para ‘aquilo’ e que as pessoas zombariam de mim. Eu me achava capa e não me deixei abater.
A pouco e pouco, em silêncio, fui sistematizando o que hoje apresento a todos como Terapia Hari (T.H.*) – “a maior revolução do homem, individual e definitiva”. Sei que nem todos a compreenderão; nem todos a aplicarão em suas vidas. Mas, como costumo dizer: “A T.H.* é uma ferramenta como outra qualquer – quando você precisar usar, em algum momento de sua vida, ela vai estar lá, prontinha para você. Contento-me em saber que fui até o fim. Estou convencido de que ‘ela’ pode ser muito útil a todos quanto dela fizerem uso. Hoje, não tenho dúvidas de que outras pessoas também se convencerão de que é possível fazer uma revolução sozinho.
- A T.H* é uma ferramenta em meio a tantas que a capacidade humana já produziu. Assim como já foi dito “Dêem-me uma alavanca e eu moverei o mundo”, também direi eu: “Conheçam a T.H* e sejam capazes de uma grande revolução humana e individual!”. Pense nisso !!!
sexta-feira, 8 de abril de 2011
MOFICUSHINTH* VERSUS CIÊNCIA E RELIGIÃO

O MELHOR DOS MUNDOS POSSÍVEIS*
A Existência, seu modus operandi e seus mecanismos de auto-preservação e auto-manutenção apresentam-se a nós como algo realmente fantástico e fascinante, de uma tal dimensão e equilíbrio que somente um Ser magnânimo, supremo e onisciente poderia conceber. No entanto, nós, pequeninos seres no vasto oceano existencial, estamos longe de entender essa instância que nos envolve e na qual estamos inseridos e enredados; não fosse isto por si só suficiente, quero dizer, não bastasse o reconhecimento de nossa pequenez diante de tão deslumbrante grandeza, ainda nos arvoramos em ‘dominadores’ de seus mecanismos. Tal absurdo pode até afagar os brios do intelecto de alguns, mas tem sido fonte, desde os tempos mais remotos, de enganos, cujos efeitos nocivos só se evidenciam muito tempo depois.
A Existência nada mais é senão a ‘representação’ da Eternidade. O Ser Supremo (“sujeito eterno do puro conhecimento” do qual fala Schopenhauer), através de sua potência criadora, produziu, por assim dizer, uma instância/cópia de sua ‘morada eterna’, manifestando nela todos os Seus atributos, a partir do que Suas potências latentes, identificadas no mundo como Bem e Mal (ou positiva e negativa, conforme a percepção humana) produziram uma infinidade de pares de opostos, fundamentais para a efetivação do mundo/Existência. O Ser Supremo, ao projetar-se para Sua ‘nova instância’, a Existência, tornou-se assim o Uno dividido em dois – ou seja, Suas ‘potências internas’, que estavam unificadas na Eternidade, expõem-se virtuosamente, pondo Seu Corpo em divisão. Essa ‘Criação’ (como é chamada em todas as culturas e tradições), ou manifestação do Supremo, ‘outorgou’ às almas (atmans) o ‘direito’ e a ‘faculdade’ de inventarem para si também seus dublês, suas representações no mundo (jivas). As potências do Ser Supremo revestiram esta Criação com duas Naturezas, a material ou física e a espiritual ou sutil, e estas produzem e mantêm todo o amálgama de elementos, coisas e seres que lhe são necessários, formando pares de interligação, ou de comunicação e interatividade entre as duas. É por esta razão que posso afirmar que os jivas, ou seja, os duplos ou dublês das almas (e nunca os próprios atmans) recebem no mundo/Existência um veículo material (o corpo) e um veículo espiritual (o espírito) para que possam se manifestar, como encarnações na Terra. Assim, da mesma forma que o Ser Supremo mantém-se na Eternidade como Paramtman, as almas também, como atmans, e da mesma forma que o dublê do Ser Supremo executa Seus ‘passatempos’ (aqui denominados de lilas) na Existência como Hari, similarmente as almas agem no mundo como seres humanos (ou jivas). Necessário é notar que nem o Paramatman nem os atmans jamais deixam de fato a Eternidade (A Morada Suprema), enquanto suas representações no mundo jamais podem deixar sua habitação existencial.
A Natureza Material é considerada o Corpo do Ser Supremo (Harirupa) e a Natureza Espiritual (o Espírito Santo dos cristãos; o Brahman dos hindus), é o Espírito Transcendental (Hari). Este Universo, portanto, é o próprio corpo do Ser Supremo manifestado em uma infinidade de mundos (galáxias, constelações, planetas etc.), nos quais a Existência pulula com seus seres, conforme as características e necessidades de cada lugar, e os preenche de eventos que se encadeiam indefinidamente, mantendo tudo dentro do todo. Ou como está dito no Katha Upanishad: “O Ser interno de todos os seres dá a si mesmo forma após forma e, ainda assim, está fora delas”. Schopenhauer, tendo bebido nas fontes védicas, estabeleceu sua noção de mundo como representação e vontade brilhantemente, manifestando sua compreensão de que a Existência (Mundo) não é simplesmente a representação do indivíduo/homem, mas do Ser Indivisível do qual os homens são individualidades (ou representações).
A Ciência, em sua busca por vida em outros planetas, estabelece como uma das evidências a existência de água e não me espantaria saber que também requer que os seres vivos possivelmente ali encontrados tenham características antropomórficas ou formas parecidas com as dos animais da Terra. Ora, esses critérios científicos só têm validade aqui no orbe terrestre, portanto, a partir desses pressupostos, dificilmente ela encontrará o que busca lá fora. É preciso um pouco mais de ‘tato’, de ‘intuição científica’, e a flexibilidade racional de compreender que, se há seres entre nós que nossos olhos humanos, por si sós, não conseguem enxergar ou perceber (microorganismos, como bactérias, micróbios, vírus, e seres de outras dimensões, como do plano astral e do mental), por que não existiriam seres extra-terrestres com características, formas e feições insuspeitadas pela Ciência humana? A composição de seus corpos pode muito bem ser formada por elementos, ou combinações de elementos, ainda não encontrados, ou impossíveis de serem combinados no ambiente terrestre. Como sempre, a Ciência há de superar suas próprias proposições e métodos e, certamente, manterá sua trilha em direção às ‘novas verdades existenciais’. Há diferentes níveis existenciais mesmo aqui, na Terra. É por essa razão que podem conviver, em dados momentos da História, seres ínfimos (ou seja, jivas em veículos extremamente grosseiros e rudes, o que implica diretamente na qualidade humana, e outros com veículos incrivelmente sutis, como os dos Avatares (Krishna, Siddharta e Jesus, por exemplo). Do mesmo modo, nos vários planetas já catalogados pela Ciência, ou nas mais longínquas galáxias ainda não descobertas, a ‘Vida’ se expressa em elementos, formas e cores os mais variegados e inimagináveis. “Instrumentos sofisticados, tais como o telescópio espacial Hubble, detectaram a existência de pelo menos 50 bilhões de galáxias; e a cada vez que equipamentos melhores e mais precisos tornam-se acessíveis, mais galáxias – ainda mais distantes – são reveladas. O espaço pode ser infinito. Não apenas vastíssimo; mas, literalmente, infinito – abrangendo um número infinito de galáxias, contendo um infinito número de estrelas” (fonte: Revista Meditando, Ano I - Nº 3, p. 21, artigo A Grande Convergência).
Sobre essa questão de mundos possíveis e da falta de profundidade das teorias científicas e cristãs, encontrei algumas indagações, que considerei interessantes (e pertinentes), num pequeno livro (do qual já retirei muitas citações para este trabalho) intitulado Karma – A Lei Universal da Harmonia, um compêndio formado por artigos de vários autores, dentre os quais, Geddes MacGregor, doutor em Filosofia e doutor em Letras (Sorbonne), autor de vários livros, que abre essa obra com O Batismo do Karma, do qual transcrevo o seguinte excerto:
“Quando os primeiros cristãos reconheceram Jesus Cristo como Deus e Salvador do mundo, o que queriam dizer exatamente? Eles não só estavam longe de pensar em termos de planetas possivelmente habitados em sistemas solares de galáxias distantes, como seguramente devemos pensar hoje, como também seu conhecimento do próprio planeta Terra era muito limitado. Seu mundo estendia-se muito pouco além da bacia mediterrânea.
“Não será possível que outros planetas, nos trilhões de galáxias do universo, tenham seus próprios símiles de Jesus Cristo, suas próprias e únicas encarnações de Deus? Um Salvador que é “Deus Verdadeiro e Homem Verdadeiro” convém realmente a nós, homens, e à nossa salvação”, como admite o credo cristão; mas suponha que existam marcianos em Marte. Esse Salvador não lhes seria conveniente. Presumivelmente, precisariam de um Salvador que fosse Verdadeiro Deus e Verdadeiro Marciano. (...) Suponha que eles nunca receberam notícias acerca de Jesus Cristo, mas que tiveram em seu próprio planeta um Ser que fora o foco de uma de suas maiores religiões e parecesse exercer sobre ela precisamente o papel que Jesus Cristo exerce no Cristianismo ortodoxo. Estaria, então, um cristão realmente justificado ao dizer: “Não, não, não aceitarei isso de modo algum”?”.
Os Upanishads têm para a palavra ‘mundo’ o termo sânscrito ‘Loka’. Nessas escrituras dos hindus está dito que “é manas (a mente) que cria todos os lokas (mundos)”. Isto significa que, acima de tudo, o mundo em que vivemos corresponde a nosso ‘estado (estágio ou nível) de consciência’. Isto vale peremptoriamente para nossas concepções de ‘Céu’ e de ‘Inferno’. Apesar de parecer que todos estamos no ‘mesmo mundo’ (digo, homens, animais, plantas, insetos, vírus etc, etc), cada espécie vivencia um mundo peculiar. E mesmo nós, seres humanos, ainda segundo as escrituras hindus, eventualmente somos tragados por outros mundos (por exemplo: às vezes, estamos em Svapnaloka, o mundo dos sonhos). O ‘céu-paraíso’ que os espiritualistas e religiosos buscam com fervor é um estado que transcendente a mente e todas as suas concepções e criações – é a consciência transcendental do Ser Supremo (ou seja, é um estágio de reidentificação com Ele).
É preciso que se entenda que a noção de mundo pode variar indefinidamente, conforme tomada sob um contexto espacial, temporal, existencial e mesmo transcendental. O intelecto capta o sentido de mundo de forma espaço-temporal, aí temos a Terra, Marte, e todas as outras galáxias a serem descobertas pela Ciência; a mente pode perceber mundos invisíveis, como os produzidos pelos níveis existenciais e que podem ser encontrados aqui mesmo na Terra ou bem próximo a ela. Essas dimensões são habitadas por seres de estruturas mais sutis, com graus menores de materialidade. Nossa atual existência (como somatório das vivências passadas) pode ser a produtora de nosso próximo mundo (ou, dito de outra forma, pode nos levar a um mundo ainda desconhecido).
A superstição, o misticismo e a ignorância são as janelas nas quais se debruçam aquelas pessoas que, ao invés de viverem a vida, passam a vida a ver a vida passar (muitas vezes a vida dos outros, e menos a sua). Temem o desconhecido, preferem o óbvio; temem procurar, preferem o que é dado; temem saber, preferem ignorar. Ouvem o que os outros dizem, porque nada têm a dizer; pedem emprestado os óculos alheios para enxergarem seu próprio mundo. Quantos sóis seriam necessários para iluminar o mundo dessas pessoas e desvelar a elas a ‘Verdade’? Um único sol, dentro em nós, é suficiente para trazer luz a todo o nosso Universo! “Há uma luz que brilha além de todas as coisas terrenas, além do mais alto dos céus. É a luz que brilha em seu coração”, é o que nos diz o Chandogya Upanishad e, como se pode ver, está em acordo com muitas outras escrituras, inclusive a Bíblia: “Vós sois a luz do mundo”. Identificados que estamos com estas nossas ‘personalidades’, deixamos de lembrar nossa eterna relação com o Ser Supremo, deixamos de ouvir a música das esferas para ouvir o barulho do nosso ego, deixamos de saborear o néctar da Natureza para nos empanturrarmos com as migalhas que caem das mesas do ‘senhores da ignorância’.
Este, “o melhor dos mundos possíveis”, para o filósofo Leibniz, pode não parecer tão bom assim para muitos de nós. Algumas tradições religiosas consideram que nosso planeta é um lugar de expiação, uma espécie de ‘prisão provisória’ ou ‘reformatório’ para aqueles que não foram ‘bonzinhos’ em vidas passadas. Há ainda os que acreditam que a Terra é apenas um planeta intermediário, ou seja, nem celestial nem infernal, nem de gozos celestes nem de sofrimentos infernais. Cada uma dessas proposições encontra resistência aqui e ali e não há consenso a esse respeito. A despeito de todas elas, meus estudos me levam a crer que, não importa qual seja a importância ou a posição do nosso planeta no ranking cósmico, sempre é possível torná-lo um lugar melhor, bastando para tanto uma melhor qualidade de homens. A qualidade de uma casa diz diretamente da qualidade dos seus habitantes e não o contrário. Também acredita-se que, uma vez que foi criado, este mundo consequentemente terá seu fim, no entanto, apesar de todos os alardes apocalípticos patrocinados pelos seguidores das ‘seitas dos últimos dias’, a Vida e o mundo seguem em frente, enquanto homens, plantas e animais sucumbem, como exemplares de uma espécie ou como espécie inteira, donde desprende-se que, se este mundo não dura para sempre, pelo menos, não há indícios de que perecerá um dia. Platão parecia defender este mesmo ponto de vista, conforme transcrevo abaixo o que ele escreveu em sua obra Timeu :
“O Demiurgo dotou o mundo, além de um corpo perfeito, também de uma alma e de uma inteligência perfeitas. Assim criou a Alma do mundo, valendo-se de três princípios: a essência, o idêntico e o diferente. E uniu a alma ao corpo do mundo. O mundo, portanto, é uma espécie de “deus visível”, como “deuses visíveis” são as estrelas e os astros. E, como é perfeitamente construída, essa obra do Demiurgo não está sujeita à corrupção. Assim, o mundo surgiu, mas não perecerá jamais”.
* O presente artigo é uma adaptação dos capítulos IV e V do livro “O Governante das Estrelas – Da Materialidade do Eterno” (ainda em fase de edição), de autoria de Jaya Hari Das.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A TRAJETÓRIA DO PROF. JAYA
UM PEREGRINO NO MUNDO
É quase impossível rastrear todas as encarnações de um homem - mesmo aqueles que, de uma forma ou de outra, deixam rastros indeléveis de sua trajetória existencial.
Aquele que hoje atende pelo simples nome de Prof. Jaya trilhou caminhos insuspeitos, ao longo de suas variadas encarnações, muitas delas nada louvável, uma vez que o jiva (no caso ele), na maioria das vezes identifica-se muito facilmente com a personalidade que a Existência lhe impõe.
Por isso, este relato que ora apresento tratará superficialmente das encarnações desse homem que, apesar de ainda não estar próximo da senda de um Avatar, vem contribuindo imensamente para o desenvolvimento da raça humana, a escolhida pelo atman (alma) para implantar o seu jiva (personagem/ser humano) e executar no planeta Terra os passatempos (lilas) transcendentais.
Os estudos rosacrucianos determinam uma média de 144 anos para o intervalo de cada encarnação. Isso significa dizer que um jiva que recebeu a personalidade de nome "João" em uma determinada encarnação, se sentirá como "João" (ou seja, nome, forma, corpo, sexo, parentesco etc.) durante aproximadamente 144 anos, mesmo que desencarne com 80, 50 ou 5 anos de idade, por exemplo.
O nosso Prof. Jaya certamente trilhou muitos descaminhos, em encarnações precedentes, para somente na atual encarnação colher os frutos de sua peregrinação.Um desses frutos é a sistematização da Terapia Hari*, apresentada a todos, sem exceção, para abandonarmos as falsas personalidades que a Existência nos deu e assumirmos nossa real identidade, ou atman.
O Prof. Jaya, nesta existência, sem saber ao certo o que procurava, aos 19 anos tornou-se membro do Movimento Hare Krishna, ficando nele até 1989. Em 1988, tornou-se membro da Ordem Rosacruz (AMORC), de lá para cá, desenvolveu muitos estudos dentro das tradições orientais e graduou-se em Filosofia. Em 1999 é que começou a sistematizar a Terapia Hari*. Há muito trabalho pela frente. Sigamos firme, então.
Hari Om!
Hj. Narada Krishna (Secretário de Comunicação)
É quase impossível rastrear todas as encarnações de um homem - mesmo aqueles que, de uma forma ou de outra, deixam rastros indeléveis de sua trajetória existencial.
Aquele que hoje atende pelo simples nome de Prof. Jaya trilhou caminhos insuspeitos, ao longo de suas variadas encarnações, muitas delas nada louvável, uma vez que o jiva (no caso ele), na maioria das vezes identifica-se muito facilmente com a personalidade que a Existência lhe impõe.
Por isso, este relato que ora apresento tratará superficialmente das encarnações desse homem que, apesar de ainda não estar próximo da senda de um Avatar, vem contribuindo imensamente para o desenvolvimento da raça humana, a escolhida pelo atman (alma) para implantar o seu jiva (personagem/ser humano) e executar no planeta Terra os passatempos (lilas) transcendentais.
Os estudos rosacrucianos determinam uma média de 144 anos para o intervalo de cada encarnação. Isso significa dizer que um jiva que recebeu a personalidade de nome "João" em uma determinada encarnação, se sentirá como "João" (ou seja, nome, forma, corpo, sexo, parentesco etc.) durante aproximadamente 144 anos, mesmo que desencarne com 80, 50 ou 5 anos de idade, por exemplo.
O nosso Prof. Jaya certamente trilhou muitos descaminhos, em encarnações precedentes, para somente na atual encarnação colher os frutos de sua peregrinação.Um desses frutos é a sistematização da Terapia Hari*, apresentada a todos, sem exceção, para abandonarmos as falsas personalidades que a Existência nos deu e assumirmos nossa real identidade, ou atman.
O Prof. Jaya, nesta existência, sem saber ao certo o que procurava, aos 19 anos tornou-se membro do Movimento Hare Krishna, ficando nele até 1989. Em 1988, tornou-se membro da Ordem Rosacruz (AMORC), de lá para cá, desenvolveu muitos estudos dentro das tradições orientais e graduou-se em Filosofia. Em 1999 é que começou a sistematizar a Terapia Hari*. Há muito trabalho pela frente. Sigamos firme, então.
Hari Om!
Hj. Narada Krishna (Secretário de Comunicação)
BEM-VINDO A ESTE MOVIMENTO
| Hj. N. Krishna e Prof. Jaya |
O MOFICUSHINTH* dá as boas-vindas ao Harijan Narada Krishna, como Secretário de Comunicação deste Movimento e membro do Conselho Diretor, e deseja que ele seja capaz de grandes realizações, durante o exercício de seu mandato.
Nossos agradecimentos aos amigos que têm dado apoio a este Movimento e que, em breve, receberão os benefícios de sua filiação e contribuição.
Paz e Felicidade a todos. Hari OM!
MOFICUSHINTH* NO SEU DIA-A-DIA
MOVIMENTE SUA VIDA DIÁRIA
O MOFICUSHINTH* oferece a você os pensamentos dos maiores expoentes da Filosofia no tocante à felicidade, angústia, liberdade, religião, arte, ética e outros componentes da Vida. Aproveite!


A Terapia Hari* fundamenta-se nos trabalhos de grandes homens da Psicologia e nos ensinamentos dos Avatares da Humanidade. Saiba como usufruir de uma terapia que pode ser utilizada em todos os momentos do seu cotidiano.
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A Terapia Hari* fundamenta-se nos trabalhos de grandes homens da Psicologia e nos ensinamentos dos Avatares da Humanidade. Saiba como usufruir de uma terapia que pode ser utilizada em todos os momentos do seu cotidiano.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
CURSOS GRATUITOS
FILOSOFIA E REDAÇÃO ON-LINE
O MOFICUSHINTH está disponibilizando para você dois cursos on-line inteiramente GRÁTIS:
1- "Nietzsche para Espíritos Livres" - Aula, Reflexão e Questões; análise das principais obras do filósofo, textos e comentários.
2- "Aprenda a Redigir" - Técnicas de boa redação: introdução, desenvolvimento e conclusão; exercícios de redação; análise de textos literários, poesias e músicas; auxílio na elaboração de textos escolares e universitários.
Solicite informações sobre inscrições através do e-mail: moficushinth@yahoo.com.br
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