quarta-feira, 20 de abril de 2011

FILIAÇÃO E AQUISIÇÃO DE CD'S

Para filiar-se ao MOFICUSHINTH* basta enviar e-mail para moficushinth@yahoo.com.br solicitando a FICHA DE FILIAÇÃO. Antes de preenchê-la, saiba seus direitos e as vantagens de tornar-se membro deste Movimento, assim como seus deveres para com ele.
Lembramos, nesta oportunidade, que qualquer pessoa, membro ou não, pode adquirir os CD's da Terapia Hari* em sua residência (somente na área metropilitana de São Luís, por enquanto), pelo valor de R$10,00 (dez reais), sem custos adicionais (pagamento contra-entrega para unidade e via depósito bancário, a partir de 5 unidades), nas categorias: 1- Meditação; 2- Sons da Natureza; 3- Canções da Terra; 4- Mantras e 5- Canto Gregoriano. Pedidos pelo e-mail: terapiahari1@yahoo.com.br ou pelo fone: (98)8853-1401 (OPERADORA OI). Entrega no prazo de 5 dias, a partir do recebimento do e-mail de solicitação de compra.

Hj. Narada Krishna
Secretário de Comunicação

A T.H* E A ORDEM ROSACRUZ

ENSINAMENTOS QUE DÃO MOVIMENTO


Na década de 1980, o sistematizador da Terapia Hari*, o Prof. Jaya Hari Das, filiou-se à Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis - AMORC, longe ainda de suspeitar que os ensinamentos dessa Ordem direcionariam  seus estudos filosóficos de forma irreversível e seriam um dos fundamentos do MOFICUSHINTH*.

Fazendo um resgate e, ao mesmo tempo, uma homenagem à Ordem Rosa Cruz, escolhemos um excerto de uma das monografias enviadas ao professor, para ser estudada naquela época. O texto fala da importância dos grandes pensadores do passado para o progresso do pensamento e das ciências; como os antigos filósofos percebiam o Cosmo e suas relações com os seres vivos e as coisas. Vejamos:

CONCORDÂNCIA
CONSIDERAÇÃO SEMANAL DE UMA OPINIÃO FAMOSA

É espantoso, quando examinamos as obras ou os escritos de pensadores eminentes do passado, perceber como eles anteciparam nossos problemas atuais, como lutaram com os mesmos mistérios com que lutamos, e como eles eram avançados em seu pensamento em relação às massas de sua época. É interessante que você leia abaixo, um excerto dos escritos do filósofo romano Sêneca, a propósito da posse ou propriedade. Veja com que clareza ele salienta o fato de que qualquer coisa que o homem tenha, inclusive o seu corpo, é como que mantida em custódia para o Cósmico.

“Esses meus comentários se aplicam somente a naturezas imperfeitas, comuns e débeis, e não ao sábio, que não precisa caminhar com passos tímidos e cautelosos; pois, ele tem tal confiança em si mesmo que não hesita em desafiar o Destino, a que nunca cede. Nem tem ele na verdade qualquer motivo para o temer, porque considera não apenas escravos, propriedades e cargos elevados, mas até mesmo o seu corpo, seus olhos, suas mãos, e tudo o que torna a vida mais cara para nós, inclusive o seu próprio ego, como coisas cuja posse é incerta; vive como se as tivesse tomado por empréstimo e está pronto para devolve-las de bom grado quando quer que elas sejam reclamadas. Não obstante, ele não se menospreza, porque sabe que não se pertence mas cumpre todos os seus deveres tão diligente e prudentemente como o homem piedoso e escrupuloso tomaria conta de uma propriedade que lhe fosse entregue em custódia. Quando chamado a devolver essas coisas, não se queixa do Destino, mas, diz: “Agradeço-te pelas coisas que estiveram em meu poder; administrei tua propriedade de modo a aumentá-la muito, mas já que assim me ordenas, eu a devolvo de boa vontade e com gratidão. Se ainda desejas que possua algum dos teus bens, eu o conservarei para ti; do contrário, eu passo novamente às tuas mãos toda a prata que lavrei e cunhei, minha casa e meus bens domésticos”. Quando a Natureza reclamar o que antes nos confiou, digamos também a ela: “Leva de volta o meu espírito, que está melhor do que quando tu o deste a mim; eu não vacilo nem protelo. Por minha própria vontade, estou pronto para devolver o que deste antes mesmo que eu possa pensar: leva-me contigo”. Um homem não pode viver bem se não sabe morrer bem”.

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Parece-nos relevante salientar que muitas vezes e por muitos anos as Ordens Místicas, tais como a Rosacruz e a Maçonaria, foram vítimas de preconceitos por parte das massas incultas – sim, porque preconceito e superstição é alimento e atitude dos ignorantes, no mais alto nível de significação deste termo -, porém, como a população destituída de conhecimento verdadeiro é massa de manobra das elites e dos governantes instruídos, os membros de tais Ordens sofreram perseguição por parte dos Governos e da Igreja Cristã, sendo considerados como revolucionários e hereges, portanto, nocivos e demoníacos, respectivamente.
É, também, lamentável perceber que entre algumas sociedades contemporâneas tal preconceito ainda persista e que, a despeito de toda evolução do pensamento e das ciências humanas, ainda tenhamos de lançar mão das armas de destruição em massa para destituir do poder governantes autoritários e absolutistas que nós mesmos, democraticamente, colocamos no Governo, e ainda aceitemos as orientações retrógradas e ultrapassadas de uma Igreja que leva séculos para admitir seus erros e atrocidades e, pior que isso, ainda consegue, mesmo nos dias atuais, recrutar fiéis em meio à massa dos ignorantes.

Este Movimento é, sem dúvida, uma bandeira de resistência contra tais preconceitos e será sempre uma voz de denúncia contra pessoas ou comunidades medievas, ainda existentes na atualidade, assim como será a voz incansável pela libertação do ser humano do preconceito e da superstição.

Saudações aos nobres pensadores de todos os tempos, aos irmãos da Ordem Rosacruz e da Maçonaria, e a todos quanto, até aqui, abriram caminho em direção à luz do conhecimento, em meio ao obscurantismo promovido por Governos e Religiões. 

                                                                                                             Hj. Narada Krishna
                                                                                                       Secretário de Comunicação

terça-feira, 19 de abril de 2011

PARCEIROS DO MOFICUSHINTH*

O MOFICUSHINTH* SAÚDA SEUS NOVOS PARCEIROS


A sorveteria Della Frutta iniciou nesta segunda-feira (18/04/2011) uma parceria com nosso Movimento. A partir de agora, sua logomarca estará presente em algumas publicações dos blogs afiliados. Aos amigos e afiliados do Movimento informamos que temos novidades para o Dia das Mães. Filie-se já ao Movimento e concorra a um delicioso lanche (oferecimento do MOFICUSHINTH* para uma mamãe e seu acompanhante) na Della Fruta Sorvetes, bem ali na Cohab.


Outra conquista importante foi a doação feita pelo parceiro Prof. Martinho R. Alves (para os íntimos, Pitoco). Ele doou uma Câmera Digital Kodak 14Mpxls Cartão de Memória c/ 2GB Upload p/ facebook, YouTube, flickr, orgut, que será sorteada no dia dos namorados (12/06/2011) através de rifa (os pontos já estão à venda por apenas R$3,00). Não perca tempo compre já o(s) seu(s), ligue 8853-1401 ou 9612-6626.


Mas o ponta-pé inicial desta campanha ADOTE ESTE MOVIMENTO foi dado pelo parceiro, filósofo e professor, Raimundo Oliveira, que fez uma doação generosa em nossa conta (Banco do Brasil Ag:1612-8 CC:30652-5), quantia que viabilizou algumas iniciativas deste Movimento.


Contamos com você nesta campanha. O MOFICUSHINTH*, assim como a Terapia Hari* (que é a razão deste Movimento), em breve estará devidamente oficializado como Entidade Jurídica e poderá promover grandes ações sociais na Ilha Rebelde e em outras localidades.


Muitíssimo obrigado a todos que estão se mobilizando para colaborar!!! 


Hj. Narada Krishna
Secretário de Comunicação

segunda-feira, 18 de abril de 2011

BOAS-VINDAS DO MOFICUSHINTH*

SAUDAÇÕES À MAIS NOVA HARIJAN


Neste último final de semana, O MOFICUSHINTH* teve o prazer de receber no seu Conselho Diretor a recém-graduada em Serviço Social, Hj. Roseline Cardoso, que assume, a partir de hoje (18/04/2011), a Secretaria de Assuntos Sociais.
Com a presença de Hj. Roseline em nosso Movimento, nossos afiliados poderão contar com:
1- Consultoria em direitos sociais:
* Seguridade social:
- Assistência social;
- Previdência social.
* Elaboração de projetos sociais.

Você também pode participar deste Movimento. Filie-se, faça parte do Conselho e preste serviços à comunidade.
Você cresce com este Movimento; o MOFICUSHINTH* cresce com você!

Hj. Narada Krishna
Secretário de Comunicação

domingo, 17 de abril de 2011

ADOTE ESTE MOVIMENTO

MOFICUSHINTH* EM AÇÃO


De hoje até o final do mês de maio, o MOFICUSHINTH* estará empenhado numa campanha de filiação, através da  Web e no corpo-a-corpo, nas ruas, nas Universidades, nos Cursos Profissionalizantes, onde houver pessoas interessadas em Filosofia, Cultura, Arte, Educação, Novos Valores, Terapias Complementares etc.
Um movimento se faz com pessoas inteligentes, determinadas, ativas, que têm atitude, que estão dispostas a um novo Movimento. Acreditamos que você é uma pessoa assim.
Adotar este Movimento é ter atitude, o MOFICUSHINTH*, tal qual um bebê recém-nascido, conta com sua adoção. Participe, divulgue, empenhe-se e conheça os benefícios de sua filiação. Através deste Movimento você terá acesso às discussões filosóficas, cursos on line, notícias sobre arte, educação, yoga, religiosidade, terapia holística, ciência, ética, curiosidades e muito mais. Participe, também, do nosso grupo, acesse http://groups.google.com/movimentodath .
Envie e-mail para moficushinth@yahoo.com.br dizendo "Quero adotar este Movimento!". Você receberá uma Ficha de Filiação para ser preenchida. É fácil e rápido. 
Nós, que já somos do Movimento, estamos esperando por você!


Hari OM! (Saudação a todos os povos, nações e etnias)

terça-feira, 12 de abril de 2011

O GOVERNANTE DAS ESTRELAS (Excertos)


O MELHOR DOS MUNDOS POSSÍVEIS*
A Existência, seu modus operandi e seus mecanismos de auto-preservação e auto-manutenção apresentam-se a nós como algo realmente fantástico e fascinante, de uma tal dimensão e equilíbrio que somente um Ser magnânimo, supremo e onisciente poderia conceber. No entanto, nós, pequeninos seres no vasto oceano existencial, estamos longe de entender essa instância que nos envolve e na qual estamos inseridos e enredados; não fosse isto por si só suficiente, quero dizer, não bastasse o reconhecimento de nossa pequenez diante de tão deslumbrante grandeza, ainda nos arvoramos em ‘dominadores' de seus mecanismos. Tal absurdo pode até afagar os brios do intelecto de alguns, mas tem sido fonte, desde os tempos mais remotos, de enganos, cujos efeitos nocivos só se evidenciam muito tempo depois.
A Existência nada mais é senão a ‘representação' da Eternidade. O Ser Supremo ("sujeito eterno do puro conhecimento" do qual fala Schopenhauer), através de sua potência criadora, produziu, por assim dizer, uma instância/cópia de sua ‘morada eterna', manifestando nela todos os Seus atributos, a partir do que Suas potências latentes, identificadas no mundo como Bem e Mal (ou positiva e negativa, conforme a percepção humana) produziram uma infinidade de pares de opostos, fundamentais para a efetivação do mundo/Existência. O Ser Supremo, ao projetar-se para Sua ‘nova instância', a Existência, tornou-se assim o Uno dividido em dois – ou seja, Suas ‘potências internas', que estavam unificadas na Eternidade, expõem-se virtuosamente, pondo Seu Corpo em divisão. Essa ‘Criação' (como é chamada em todas as culturas e tradições), ou manifestação do Supremo, ‘outorgou' às almas (atmans) o ‘direito' e a ‘faculdade' de inventarem para si também seus dublês, suas representações no mundo (jivas). As potências do Ser Supremo revestiram esta Criação com duas Naturezas, a material ou física e a espiritual ou sutil, e estas produzem e mantêm todo o amálgama de elementos, coisas e seres que lhe são necessários, formando pares de interligação, ou de comunicação e interatividade entre as duas. É por esta razão que posso afirmar que os jivas, ou seja, os duplos ou dublês das almas (e nunca os próprios atmans) recebem no mundo/Existência um veículo material (o corpo) e um veículo espiritual (o espírito) para que possam se manifestar, como encarnações na Terra. Assim, da mesma forma que o Ser Supremo mantém-se na Eternidade como Paramtman, as almas também, como atmans, e da mesma forma que o dublê do Ser Supremo executa Seus ‘passatempos' (aqui denominados de lilas) na Existência como Hari, similarmente as almas agem no mundo como seres humanos (ou jivas). Necessário é notar que nem o Paramatmannem os atmans jamais deixam de fato a Eternidade (A Morada Suprema), enquanto suas representações no mundo jamais podem deixar sua habitação existencial.
A Natureza Material é considerada o Corpo do Ser Supremo (Harirupa) e a Natureza Espiritual (o Espírito Santo dos cristãos; o Brahman dos hindus), é o Espírito Transcendental (Hari). Este Universo, portanto, é o próprio corpo do Ser Supremo manifestado em uma infinidade de mundos (galáxias, constelações, planetas etc.), nos quais a Existência pulula com seus seres, conforme as características e necessidades de cada lugar, e os preenche de eventos que se encadeiam indefinidamente, mantendo tudo dentro do todo. Ou como está dito no Katha Upanishad: "O Ser interno de todos os seres dá a si mesmo forma após forma e, ainda assim, está fora delas". Schopenhauer, tendo bebido nas fontes védicas, estabeleceu sua noção de mundo como representação e vontade brilhantemente, manifestando sua compreensão de que a Existência (Mundo) não é simplesmente a representação do indivíduo/homem, mas do Ser Indivisível do qual os homens são individualidades (ou representações).
A Ciência, em sua busca por vida em outros planetas, estabelece como uma das evidências a existência de água e não me espantaria saber que também requer que os seres vivos possivelmente ali encontrados tenham características antropomórficas ou formas parecidas com as dos animais da Terra. Ora, esses critérios científicos só têm validade aqui no orbe terrestre, portanto, a partir desses pressupostos, dificilmente ela encontrará o que busca lá fora. É preciso um pouco mais de ‘tato', de ‘intuição científica', e a flexibilidade racional de compreender que, se há seres entre nós que nossos olhos humanos, por si sós, não conseguem enxergar ou perceber (microorganismos, como bactérias, micróbios, vírus, e seres de outras dimensões, como do plano astral e do mental), por que não existiriam seres extra-terrestres com características, formas e feições insuspeitadas pela Ciência humana? A composição de seus corpos pode muito bem ser formada por elementos, ou combinações de elementos, ainda não encontrados, ou impossíveis de serem combinados no ambiente terrestre. Como sempre, a Ciência há de superar suas próprias proposições e métodos e, certamente, manterá sua trilha em direção às ‘novas verdades existenciais'. Há diferentes níveis existenciais mesmo aqui, na Terra. É por essa razão que podem conviver, em dados momentos da História, seres ínfimos (ou seja, jivas em veículos extremamente grosseiros e rudes, o que implica diretamente na qualidade humana, e outros com veículos incrivelmente sutis, como os dos Avatares (Krishna, Siddharta e Jesus, por exemplo). Do mesmo modo, nos vários planetas já catalogados pela Ciência, ou nas mais longínquas galáxias ainda não descobertas, a ‘Vida' se expressa em elementos, formas e cores os mais variegados e inimagináveis. "Instrumentos sofisticados, tais como o telescópio espacial Hubble, detectaram a existência de pelo menos 50 bilhões de galáxias; e a cada vez que equipamentos melhores e mais precisos tornam-se acessíveis, mais galáxias – ainda mais distantes – são reveladas. O espaço pode ser infinito. Não apenas vastíssimo; mas, literalmente, infinito – abrangendo um número infinito de galáxias, contendo um infinito número de estrelas" (fonte: Revista Meditando, Ano I - Nº 3, p. 21, artigo A Grande Convergência).
Sobre essa questão de mundos possíveis e da falta de profundidade das teorias científicas e cristãs, encontrei algumas indagações, que considerei interessantes (e pertinentes), num pequeno livro (do qual já retirei muitas citações para este trabalho) intitulado Karma – A Lei Universal da Harmonia, um compêndio formado por artigos de vários autores, dentre os quais, Geddes MacGregor, doutor em Filosofia e doutor em Letras (Sorbonne), autor de vários livros, que abre essa obra com O Batismo do Karma, do qual transcrevo o seguinte excerto:
"Quando os primeiros cristãos reconheceram Jesus Cristo como Deus e Salvador do mundo, o que queriam dizer exatamente? Eles não só estavam longe de pensar em termos de planetas possivelmente habitados em sistemas solares de galáxias distantes, como seguramente devemos pensar hoje, como também seu conhecimento do próprio planeta Terra era muito limitado. Seu mundo estendia-se muito pouco além da bacia mediterrânea.
"Não será possível que outros planetas, nos trilhões de galáxias do universo, tenham seus próprios símiles de Jesus Cristo, suas próprias e únicas encarnações de Deus? Um Salvador que é "Deus Verdadeiro e Homem Verdadeiro" convém realmente a nós, homens, e à nossa salvação", como admite o credo cristão; mas suponha que existam marcianos em Marte. Esse Salvador não lhes seria conveniente. Presumivelmente, precisariam de um Salvador que fosse Verdadeiro Deus e Verdadeiro Marciano. (...) Suponha que eles nunca receberam notícias acerca de Jesus Cristo, mas que tiveram em seu próprio planeta um Ser que fora o foco de uma de suas maiores religiões e parecesse exercer sobre ela precisamente o papel que Jesus Cristo exerce no Cristianismo ortodoxo. Estaria, então, um cristão realmente justificado ao dizer: "Não, não, não aceitarei isso de modo algum"?".
Os Upanishads têm para a palavra ‘mundo' o termo sânscrito ‘Loka'. Nessas escrituras dos hindus está dito que "é manas (a mente) que cria todos os lokas (mundos)". Isto significa que, acima de tudo, o mundo em que vivemos corresponde a nosso ‘estado (estágio ou nível) de consciência'. Isto vale peremptoriamente para nossas concepções de ‘Céu' e de ‘Inferno'. Apesar de parecer que todos estamos no ‘mesmo mundo' (digo, homens, animais, plantas, insetos, vírus etc, etc), cada espécie vivencia um mundo peculiar. E mesmo nós, seres humanos, ainda segundo as escrituras hindus, eventualmente somos tragados por outros mundos (por exemplo: às vezes, estamos em Svapnaloka, o mundo dos sonhos). O ‘céu-paraíso' que os espiritualistas e religiosos buscam com fervor é um estado que transcendente a mente e todas as suas concepções e criações – é a consciência transcendental do Ser Supremo (ou seja, é um estágio de reidentificação com Ele).
É preciso que se entenda que a noção de mundo pode variar indefinidamente, conforme tomada sob um contexto espacial, temporal, existencial e mesmo transcendental. O intelecto capta o sentido de mundo de forma espaço-temporal, aí temos a Terra, Marte, e todas as outras galáxias a serem descobertas pela Ciência; a mente pode perceber mundos invisíveis, como os produzidos pelos níveis existenciais e que podem ser encontrados aqui mesmo na Terra ou bem próximo a ela. Essas dimensões são habitadas por seres de estruturas mais sutis, com graus menores de materialidade. Nossa atual existência (como somatório das vivências passadas) pode ser a produtora de nosso próximo mundo (ou, dito de outra forma, pode nos levar a um mundo ainda desconhecido).
A superstição, o misticismo e a ignorância são as janelas nas quais se debruçam aquelas pessoas que, ao invés de viverem a vida, passam a vida a ver a vida passar (muitas vezes a vida dos outros, e menos a sua). Temem o desconhecido, preferem o óbvio; temem procurar, preferem o que é dado; temem saber, preferem ignorar. Ouvem o que os outros dizem, porque nada têm a dizer; pedem emprestado os óculos alheios para enxergarem seu próprio mundo. Quantos sóis seriam necessários para iluminar o mundo dessas pessoas e desvelar a elas a ‘Verdade'? Um único sol, dentro em nós, é suficiente para trazer luz a todo o nosso Universo! "Há uma luz que brilha além de todas as coisas terrenas, além do mais alto dos céus. É a luz que brilha em seu coração", é o que nos diz o Chandogya Upanishad e, como se pode ver, está em acordo com muitas outras escrituras, inclusive a Bíblia: "Vós sois a luz do mundo". Identificados que estamos com estas nossas ‘personalidades', deixamos de lembrar nossa eterna relação com o Ser Supremo, deixamos de ouvir a música das esferas para ouvir o barulho do nosso ego, deixamos de saborear o néctar da Natureza para nos empanturrarmos com as migalhas que caem das mesas do ‘senhores da ignorância'.
Este, "o melhor dos mundos possíveis", para o filósofo Leibniz, pode não parecer tão bom assim para muitos de nós. Algumas tradições religiosas consideram que nosso planeta é um lugar de expiação, uma espécie de ‘prisão provisória' ou ‘reformatório' para aqueles que não foram ‘bonzinhos' em vidas passadas. Há ainda os que acreditam que a Terra é apenas um planeta intermediário, ou seja, nem celestial nem infernal, nem de gozos celestes nem de sofrimentos infernais. Cada uma dessas proposições encontra resistência aqui e ali e não há consenso a esse respeito. A despeito de todas elas, meus estudos me levam a crer que, não importa qual seja a importância ou a posição do nosso planeta no ranking cósmico, sempre é possível torná-lo um lugar melhor, bastando para tanto uma melhor qualidade de homens. A qualidade de uma casa diz diretamente da qualidade dos seus habitantes e não o contrário. Também acredita-se que, uma vez que foi criado, este mundo consequentemente terá seu fim, no entanto, apesar de todos os alardes apocalípticos patrocinados pelos seguidores das ‘seitas dos últimos dias', a Vida e o mundo seguem em frente, enquanto homens, plantas e animais sucumbem, como exemplares de uma espécie ou como espécie inteira, donde desprende-se que, se este mundo não dura para sempre, pelo menos, não há indícios de que perecerá um dia. Platão parecia defender este mesmo ponto de vista, conforme transcrevo abaixo o que ele escreveu em sua obra Timeu :
"O Demiurgo dotou o mundo, além de um corpo perfeito, também de uma alma e de uma inteligência perfeitas. Assim criou a Alma do mundo, valendo-se de três princípios: a essência, o idêntico e o diferente. E uniu a alma ao corpo do mundo. O mundo, portanto, é uma espécie de "deus visível", como "deuses visíveis" são as estrelas e os astros. E, como é perfeitamente construída, essa obra do Demiurgo não está sujeita à corrupção. Assim, o mundo surgiu, mas não perecerá jamais".
* O presente artigo é uma adaptação dos capítulos IV e V do livro "O Governante das Estrelas – Da Materialidade do Eterno" (ainda em fase de edição), de autoria de Jaya Hari Das.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

BANCO DE SERVIÇOS DO MOFICUSHINTH*

UM MOVIMENTO QUE VALORIZA O SEU TRABALHO

O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e novas formas de marketing são necessárias para divulgar as atividades autônomas de bons profissionais que sobrevivem da atividade informal. Por isso, o MOFICUSHINTH* está dando a você, profissional liberal, uma grande oportunidade de oferecer seu trabalho pela Internet gratuitamente. Se você atua como secretária doméstica, babá, faxineira, manicure/pedicure, eletricista, pedreiro, pintor, pintor letrista, encanador, acompanhante, e outras atividades do estilo "fez/recebeu", saia na frente, chegue primeiro, faça seu cadastro inteiramente grátis! Envie e-mail moficushinth@yahoo.com.br com todos os seus dados profissionais, endereço completo, telefone (fixo/móvel) e nós vamos dá o destaque que você precisa para "ser visto e contratado".
Nosso Movimento tem um propósito social e quer participar do melhoramento da qualidade da sociedade em geral. A criação de oportunidades para os profissionais autônomos minimiza os efeitos da falta de emprego formal, gera renda, movimenta o comércio, fortalece o mercado consumidor, diminui os níveis de violência e melhora a qualidade de vida das pessoas.
Movimente-se, venha, também, participar deste Movimento. Ele é todo seu!

Narada Krishna
Secretário de Comunicção do MOFICUSHINTH*