quarta-feira, 11 de maio de 2011

A VIDA ALÉM DA VIDA

O texto apresentado abaixo foi publicado na Revista Sophia Nº06 (da Sociedade Teosófica) e foi escolhido por trazer à discussão um tema polêmico, porém de extrema relevância, o qual encontra-se também dentro do escopo dos ensinamentos do Prof. Jaya, no que diz respeito à T.H*.
Leiam, façam uma reflexão sobre ele e, se desejarem, enviem-nos seus comentários e dúvidas.
Boa Leitura!!!

Vislumbres da vida após a vida
“A alegação de que não há consciência após a morte do cérebro não é baseada em experiência alguma. É apenas uma hipótese com base em suposições de que um dia os cientistas poderão explicar toda a atividade mental em termos de atividade cerebral.”
Richard W. Brooks 
  
Quase todas as religiões do mundo crêem em alguma forma de existência consciente após a morte do corpo físico. Entretanto, questionar a verdade dessas crenças tornou-se, recentemente, um lugar-comum. Além disso, há uma considerável divergência de opinião entre as religiões e entre os teólogos que as estudam quanto à natureza dessa existênciapost-mortem.
Estudiosos empenhados em desmascarar a teologia referem-se a essas crenças como “mitologias”, num esforço para diminuí-las, sugerindo que elas não merecem uma atenção séria por parte de pessoas que se dedicam às ciências. Todo comportamento humano, segundo dizem, pode ser explicado em termos de neuropsicologia, incluindo nossa vida mental e crenças religiosas.
Isso, obviamente, é uma simplificação; segundo essa teoria, quando os neurônios param de funcionar, a vida cessa, a mente pára e a consciência desaparece. Depois da morte, nada mais existe. As otimistas crenças religiosas podem ser reconfortantes, podem até mesmo ter algum valor social, mas não são verdadeiras.
A morte, segundo se argumenta, é um fato da vida; deve ser aceita calma e objetivamente. Como um velho amigo biólogo afirmou, “somos todos programados para morrer.” O corpo pode se regenerar, através de divisão celular, até certo ponto; após essa fronteira, ocorre um declínio gradual até a chegada da morte. Esse fim inevitável pode ser adiado – ou seja, a vida pode ser prolongada – eliminando doenças, praticando atividades físicas, adotando uma dieta sensata (recomenda-se o vegetarianismo), respirando mais lentamente etc. Mas a morte não pode ser evitada, e portanto deveria ser aceita de maneira racional e desapaixonada.
A maioria de nós tem certas crenças sobre a morte, mas, racionalmente, temos que admitir que não sabemos nada sobre ela. E nós tememos aquilo que desconhecemos. É difícil aceitar calmamente algo que tememos. Conforme Shakespeare afirmou no famoso solilóquio de Hamlet, é isso que “nos faz suportar os males que possuímos, em vez de partirmos para outros que não conhecemos.”
Portanto, tentamos suprimir o temor da morte com uma série de crenças. Será que essa tentativa é uma mera tolice, como afirmam, de maneira simplista, alguns cientistas e filósofos? Uma indagação interessante a ser feita é a seguinte: você consegue imaginar um vazio total, uma cessação total da consciência após a morte?
Pensar sobre isso é, logicamente, impossível. Imaginar é um ato consciente; não se pode ter uma idéia consciente da não-consciência. Portanto, a alegação de que não há consciência após a morte do cérebro não é baseada em experiência alguma. É apenas uma hipótese baseada em uma certa suposição – a de que eventualmente a ciência poderá explicar toda a atividade mental em termos de atividade cerebral.
Isso não é possível agora, conforme os próprios cientistas admitem; eles afirmam que será possível “em algum momento” futuro. Em outras palavras, trata-se de uma crença, de uma esperança. Como tal, está no mesmo patamar que a crença sobre a vida após a morte. Como podemos conciliar esse conflito entre crenças opostas? É aqui que entram as experiências de quase-morte (EQM). Vários relatos desse tipo de experiência estão reunidos no livro Dentro da Luz, publicado pela Editora Teosófica.
Contrariando o ceticismo da maioria dos cientistas, outros estudiosos investigaram certos fenômenos que parecem apoiar a teoria da sobrevivência da consciência pessoal após a morte do corpo físico. Esses cientistas não baseiam suas conclusões apenas nas EQM. Eles também consideram uma ampla variedade de outros fenômenos: as chamadas experiências fora do corpo (EFC), “aparições” de vários tipos, comunicações com os mortos, memórias de vidas passadas e fenômenos psíquicos como percepção extrasensorial (PES) e psicosinese. 
Certamente cada uma dessas experiências deve ser submetida a uma cuidadosa investigação. Não queremos ser crédulos – nem dogmaticamente céticos. O que se pretende é examinar e pesar todas essas alegações de modo crítico, imparcial e objetivo, para determinar o que elas podem indicar sobre a natureza humana.
Após mais de quarenta anos estudando esses fenômenos, analisando trabalhos de cientistas competentes e examinando várias hipóteses alternativas, estou convicto de que a explicação mais simples para todos esses acontecimentos é a de que o ser humano é mais que apenas um corpo físico. As tentativas de provar o contrário não abarcam a complexidade dos fenômenos, são teorias muito mais complicadas ou hipóteses não-empíricas, criadas apenas para proteger o dogma da simplificação.
Fenômenos distintos
Foi na última metade do século XX que surgiram a maioria de relatos de EQM – quando a tecnologia permitiu ressuscitar pessoas que tinham, de acordo com todos os critérios, morrido.
No entanto, esse fenômeno conquistou a atenção tanto de crentes quanto de desmistificadores após a publicação do livro Life After Life, de Raymond Moody, em 1975. Desde então, uma grande quantidade de livros e artigos sobre o assunto foram escritos; um dos mais significativos é o do cardiologista Michael Sabom, que começou como cético e rendeu-se às evidências de suas investigações pessoais.
Antes de discutir as EQM, porém, é preciso fazer algumas distinções. Tanto os críticos quanto os entusiastas misturam fenômenos bastante distintos (embora possam estar relacionados): experiências fora do corpo, visões no leito de morte, a esperada experiência de morte (EEM) e a verdadeira experiência de quase-morte. A experiência fora do corpo é um aspecto ou estágio da EQM, mas também ocorre com freqüência de maneira independente de qualquer ameaça à vida.
A EEM ocorre em meio a um grave acidente ou quando a pessoa acredita que está diante da própria morte. Esse fenômeno tem aspectos em comum com a EQM, mas já que não ocorreu a morte (ou a quase-morte), deve ser classificado em separado e não pode ser usado em nenhuma tentativa de explicar detalhes da EQM.
As visões no leito de morte também são muito diferentes da EQM; ocorrem quando pessoas em estado terminal, porém plenamente conscientes, aparentemente vêem amigos ou parentes mortos, como se estes viessem buscá-las. São as chamadas “visões de levar embora”. Porém, a pessoa que tem esse tipo de visão pode permanecer viva por horas ou até dias.
Relatos dos “mortos”
Num caso clássico de EQM, o coração e a respiração param e o corpo começa a esfriar. Há relatos de alguns poucos casos em que a atividade cerebral estava sendo monitorada e o eletroencefalograma fluiu em linha reta, isto é, não mostrou qualquer atividade cerebral. Porém, a maioria dos casos ocorreram provavelmente  fora de hospitais; por isso, os relatos de “morte” baseiam-se em observações como a impossibilidade de sentir o pulso, de perceber qualquer movimento respiratório etc. Além disso, a maioria dos eletroencefalogramas registram apenas a atividade elétrica superficial do cérebro; portanto, a “linha reta” não significa necessariamente que todas as funções cerebrais tenham cessado.
Depois da aparente morte o paciente é ressuscitado, geralmente por meio de um desfibrilador cardíaco. São os relatos das experiências vividas pelo paciente durante o tempo em que esteve “clinicamente morto” que formam a base das EQM.  Esses relatos variam um pouco de pessoa para pessoa, mas possuem algumas características similares.
O paciente que “morre” (durante uma operação, um acidente, um afogamento ou um ataque cardíaco) ouve alguém dizer “oh, meu Deus, ele está morto”, ou algo parecido; tenta responder que isso não é verdade, mas não consegue fazer com que suas cordas vocais funcionem. Ele pode momentaneamente ficar alarmado ou até em pânico. Geralmente a pessoa ouve um som como um zumbido, e em seguida se vê fora do corpo, observando os esforços que são feitos para socorrê-la. A partir daí, percebe que não sente dor e conquista um sentimento de calma, por ser apenas um observador. Freqüentemente, após ser ressuscitada, a pessoa descreve aspectos da cena que não poderia ter presenciado por meios normais.
Após sair do corpo e observá-lo “de fora”, a pessoa atravessa um lugar escuro, geralmente descrito como um túnel, e desemboca numa área de beleza indescritível, onde tudo é inundado por uma luz totalmente diferente da luz que conhecemos. Nesse local ela encontra um amigo ou parente, uma presença afetuosa que assegura, por algum meio telepático, que tudo está bem.
Esse “ser de luz” a ajuda a rever muito rapidamente sua vida passada, de modo impessoal e objetivo, mas com grande número de detalhes, sem, contudo, condenar seus erros ou exaltar suas virtudes. O ser lhe oferece a oportunidade de voltar, mas a experiência ali é tão agradável que a oferta quase sempre é rejeitada. Porém, num determinado momento a pessoa encontra um tipo de barreira, como um muro, um lago, uma corrente de água ou uma linha; então o ser a informa que o seu tempo ainda não chegou e que ela deve retornar. Nesse momento, a pessoa volta a ter consciência do lugar e das pessoas em torno.
O corpo morre, a consciência sobrevive
Essas são características típicas de uma experiência de quase-morte, segundo os protagonistas. Estou convencido de que essas pessoas não estão mentindo. Mas isso não quer dizer que seus relatos sejam descrições do que existe após a morte. Afinal, elas não morreram. Ainda havia algo se passando em sua consciência, e, como afirmam as investigações neurofisiológicas, em seu cérebro. Tudo poderia ser apenas um tipo de fantasia induzida pelo cérebro, resultado da liberação de opióides semelhantes à morfina, uma resposta natural do organismo ao estresse.
Entretanto, nós não interpretamos esses estados cerebrais como fantasias. Antes de mais nada, existe a similaridade (embora não a identidade) das EQM. É exatamente o que encontraríamos se várias pessoas testemunhassem a mesma cena ou ouvissem a mesma música. Afirmar que as EQM são fantasias equivale a dizer que toda realidade é fisicamente intersubjetiva, isto é, acessível à percepção normal dos sentidos, ou à sua extensão por meio de instrumentos. Porém, precisamos lembrar que os sentidos estão localizados no corpo físico. Se admitirmos apenas experiências sensoriais físicas como evidências, naturalmente encontraremos somente objetos e eventos físicos.
Em segundo lugar, as experiências fora do corpo freqüentemente permitem que o “morto” relate eventos que não teria meios de presenciar sem de fato testemunhar a cena. Esses aspectos são cuidadosamente ignorados pelos céticos.
Em terceiro lugar, as pesquisas demonstraram que a EQM não se relaciona a crenças religiosas – na verdade, parece ocorrer mais freqüentemente entre pessoas não religiosas ou agnósticas, que não acreditavam em vida após a morte. Vários pesquisadores tentaram encontrar fatores fisiológicos, psicológicos ou socioeconômicos que correlacionassem pessoas que diziam ter tido uma EQM. Eles investigaram mais de uma centena de fatores e não encontraram pontos em comum. Parece, portanto, que temos de levar essas experiências a sério, no mínimo como uma evidência parcial da sobrevivência após a morte.
Quando olhamos toda essa gama de evidências (descartando aquelas que não resistem a um escrutínio detalhado, como a maioria dos fenômenos mediúnicos), somos forçados a concluir que a sobrevivência da consciência pessoal após a morte é um fato. A natureza desse estado post-mortem, porém, requer outro tipo de investigação. Textos hindus e budistas têm muito a contribuir para isso, assim como as publicações teosóficas, comoCartas dos Mahatmas para A. P. Sinnett ou Vida Após a Morte, de C. W. Leadbeater.
Experiência transformadora
Ao final da EQM algumas pessoas relatam um sentimento de “cair” de volta no corpo, mas a maioria apenas retoma subitamente a consciência do local onde está, e pela primeira vez sente a dor do acidente ou trauma que causou a “morte.” A experiência é tão poderosa que transforma a vida da pessoa. Ela perde o medo da morte, compreende a importância da vida e se torna impaciente com as coisas triviais com as quais desperdiçamos tempo, energia e dinheiro.
A pessoa também sente que a experiência foi tão especial que falar sobre ela indiscriminadamente de alguma forma a diminui. De qualquer modo, ela não tem como descrevê-la adequadamente. Quando tenta partilhá-la com profissionais, família ou amigos, é vista com tal ceticismo que desiste de falar. Na realidade, sente um grande alívio quando encontra alguém que a leva a sério – um profissional como Moody, Sabom ou outra pessoa que tenha tido uma EQM.
Sem medo do futuro
Rejeitar de imediato a hipótese da sobrevivência baseada em evidências neurológicas é uma atitude no mínimo arrogante. Naturalmente ocorrem eventos neurológicos durante a EQM. Se não ocorressem, as pessoas não se lembrariam – ou não teriam uma experiência de quase-morte. Teriam, se pudermos chamar assim, uma longínqua experiência de morte. Como tal, não poderia ser comunicada a nós, que ainda estamos encarnados.
Entretanto, nada disso minimiza o fato de que devemos focar nossa atenção no presente. Esse, afinal, é o único momento no qual de fato nós vivemos. Se carregarmos conosco, em nossa psique, a “bagagem” do passado, ela inibirá a nossa criatividade e a nossa liberdade de ação no presente. Se criarmos imagens do futuro (esperanças, planos, intenções), vamos geralmente falhar em compreendê-las, já que elas não lidam com a realidade presente, com “o que é”, como dizia Krishnamurti. Elas são meras projeções da nossa mente.
Apesar disso, uma das emoções que pode nos afligir é o medo do futuro. Nós poderíamos examiná-lo, compreender sua natureza ilusória e afastá-lo, como Krishnamurti e a filosofia Zen ensinam. Mas nem todos conseguem fazer isso. Uma outra maneira de lidar com os temores baseados na incerteza ou na ignorância é afastá-los através do conhecimento. É justamente esse o sentido de investigar e compreender as experiências de quase-morte e outros fenômenos semelhantes, ao invés de afastá-los e substituí-los pela ilusão da simplificação.

Hj. Narada Krishna
Secretário de Comunicação

sexta-feira, 6 de maio de 2011

SORTEIOS DO DIA DAS MÃES

PARTICIPANTES DOS SORTEIOS DE DOMINGO
Desejamos um Feliz dia Das Mães

O MOFICUSHINTH* estará promovendo vários sorteios neste domingo (08/05/2011), ocasião em que se comemora o “Dia das Mães”. Estarão devidamente credenciados a participar de nosso sorteios os seguintes concorrentes:
- Afiliados ao MOFICUSHINTH*;
-  Seguidores dos blogs: terapiahari.blogspot.com e
    terapiadaeducacao.blogspot.com ;
Desejamos um Feliz Dia das Mães
- Clientes dos Parceiros do MOFICUSHINTH*, que tenham se manifestado sobre a parceria e se cadastrado através do e-mail para os sorteios;
- Participantes do Sebo Virtual “QUALÉ-ADQUENLÊ?”;
Aqueles que não se encontram ainda nestas categorias podem concorrer aos prêmios, adequando-se às exigências acima, até as 18h deste sábado (07/05/2011), quando os nomes dos concorrentes serão colocados na urna. O sorteio ocorrerá às 18h do dia seguinte e o ganhadores serão avisados via telefone fixo, celular, e-mail e/ou nossos blogs e no facebook.
Desejamos um Feliz  Dia das Mães

Ainda há tempo. Cadastre-se, inscreva sua mamãe pelos nosso e-mails, ou ainda ligue para (98) 8854-1401 (Porf. Jaya).
BOA SORTE A TODOS E OBRIGADO!  
FELIZ DIA DAS MÃES!!!




Hj. Narada Krishna
Secretário de Comunicação

quarta-feira, 4 de maio de 2011

PARTNERS ON THE RUN

DISTRIBUIDORA INDEPENDENTE É NOVA PARCEIRA

O MOFICUSHINTH* tem a satisfação e a honra de receber mais um parceiro, nesta campanha “ADOTE ESTE MOVIMENTO”. Agora, trata-se da Distribuidora Independente, a professora de Educação Física, graduada pela UFMA, vendedora dos produtos “Forever”, Nara Cardoso, que terá a imagem de seus produtos e suas atividades e promoções divulgadas neste blog e por outros veículos da Net, aos quais este Movimento esta ligado. Confira:

 A Forever Living Products é líder mundial no cultivo, processamento e distribuição de produtos de Aloe Vera.
                       Nara Sousa
                        distribuidora independente
                     Contatos p/ pedidos :(98) 8821-0190
                              E-mail: linara_sc@hotmail.com
                          É sempre bom lembrar que não importa o ramo de sua atividade (preferencialmente, é claro, aqueles serviços e produtos benfazejos a qualquer pessoa de nossa sociedade, sem exceção), você pode participar desta campanha (“ADOTE ESTE MOVIMENTO”) e colaborar com nossa causa.
Aqui a VIA É DE MÃO DUPLA. Você dá, você também recebe, e será sempre assim!
Saiba mais sobre nós. Veja nossas propostas, leia “PROGRAMA DE DIVULGAÇÃO”, “O QUE É O MOFICUSHINTH*” e “O QUE É TERAPIA HARI*?”, neste blog. Entre em contato pelos e-mails moficushinth@yahoo.com.br ou terapiahari1@yahoo.com.br e entre nessa com a gente. MOVIMENTE-SE! 

Hj. Narada Krishna
Secretário de Comunição

O MOFICUSHINTH* VAI À UNIVERSIDADE (1)

MOVIMENTANDO O CAMPUS DA UFMA

No último dia 03 (terça-feira), o Prof. Jaya esteve na Universidade Federal do Maranhão. O motivo de sua passagem por lá foi reencontrar a comunidade acadêmica e seus ex-professores e, a partir disso, estabelecer as estratégias de divulgação do Movimento no âmbito universitário.
Na oportunidade, o professor travou conversação com estudantes dos cursos História, Filosofia e Música; apresentou suas publicações nas revistas nacionais, falou de seu projeto do Movimento e discutiu a realidade universitária atual. Uma tarde, evidentemente, não foi tempo suficiente para uma impressão mais detalhada de todas essas realidades, nem para exposições expressivas do que ele tem a dizer, porém, ele destaca alguns pontos positivos deste primeiro contato, desde o lançamento do MOFICUSHINTH*.
Dentre os fatos positivos, segundo o Prof. Jaya, estão: o interesse de certos estudantes de História (não foram coletados nomes) na publicação de textos de História dentro do pensamento de Nietzsche e de Foucault, por exemplo. No que o professor antecipou que em breve (provavelmente, em agosto ou setembro), a Editora Escala publicará, através da Revista Conhecimento Prático – Filosofia, uma Edição Especial sobre “Nietzsche: em tempos de guerra”, ocasião em que o Prof. Jaya terá também sua participação com o artigo “Nietzsche: O Crepúsculo dos Sonhos” (título provável). Além disso, houve o reencontro com seu ex-aluno, Átila (músico instrumentista), que ficou feliz em saber das publicações do professor e o bate-papo com outros dois alunos também do curso de Música, Ingrid e Miquéias. A conversa se iniciou com a abordagem por parte de Ingrid sobre “as origens da música ocidental”. Ela ficara impressionada ao saber que essas origens remontam aos tempos das cavernas e, posteriormente, aos rituais religiosos, ao que o professor aproveitou para tratar da questão da “religiosidade e da religião”, que parecem ser a mesma coisa mas não são. Disse ele: “A religiosidade é uma manifestação natural do homem que foi apropriada pela Religião, assim que os sacerdotes fixaram os ritos e estabeleceram os dogmas, impondo o modo como se deve buscar a comunhão com o Ser Supremo, fazendo a todos crerem que só é possível daquela forma e para aquele “deus” ou “deuses”. O que é uma falácia”. O Prof. Jaya lembrou aos alunos, Ingrid e Miquéias, sua participação, em maio do ano passado, no Seminário de Pesquisa Religiões e Religiosidades, quando apresentou painel e desenvolveu um trabalho escrito sobre o tema.
Ainda sobre pontos positivos, houve o reencontro com o prof. Francisco Sousa (Deptº. de Psicologia), que, dedicou um pouco de seu tempo a conhecer as publicações do Prof. Jaya e ainda colaborou com nossa rifa, e a entrevista com o prof. William Coelho, oportunidade em que ambos compartilharam as ideias de seus projetos e a possibilidade de colaborarem mutuamente para ambos.
Como pontos negativos a destacar, segundo o Prof. Jaya, estão: a visível apatia dos demais professores, que, ao que parece, nos últimos anos, nada produzem de interessante em termos acadêmicos e limitam-se a ser “professores de Filosofia” ("sem nenhum desmerecimento à categoria", explica o fundador deste Movimento, "mas isso é muito pouco", diz ele, "haja vista que é exatamente o que também fazem os professores do Ensino Fundamental e Médio").
Bem, em resumo: a visita, na visão do Prof. Jaya foi positiva, houve venda de pontos da rifa, conversas proveitosas, exposição de trabalhos e ideias e a oportunidade de rever amigos e comuns (pessoas que estudam ou trabalham na área da Filosofia).
“Esta foi apenas uma das nossas incursões ao ambiente universitário”, diz o professor, e acrescenta: “Haverá, ao longo desse mês, ainda outras, não só à Federal como à Estadual e às Particulares, também”. Os resultados, portanto, estão a caminho, pois as atitudes já estão lançadas, não é mesmo?
Bem, fica aqui nosso convite a toda a comunidade acadêmica, que todos procurem este Movimento para explicações, debates e trocas de experiências. Tudo isso é muito válido, uma vez que São Luís tem todo o potencial de projetar-se para o Brasil inteiro. O Prof. Jaya tem contribuido imensamente com isso, publicando seus textos e divulgando sua graduação pela Universidade Federal do Maranhão, resta saber se, aqueles que também são de sua terra, valorizarão seu trabalho tanto quanto os do resto do Brasil. 

Hj. Narada Krishna
Secretário de Comunicação

segunda-feira, 2 de maio de 2011

CIÊNCIA & HOLISMO


A meditação é capaz de moldar o cérebro
Estudo mostra que até mesmo um iniciante em meditação pode mudar sua estrutura cerebral em poucas semanas e regular suas emoções

Que a meditação faz bem para a saúde, a concentração, a memória e o estado emocional, pouca gente duvida: diversos estudos ao redor do mundo comprovaram isso. Até recentemente, porém, as pesquisas no setor deixavam algumas dúvidas incômodas. Feitos com voluntários experientes, alguns com milhares de horas de prática, os testes não deixavam claro quando os benefícios começam a aparecer, nem mesmo se os meditadores têm uma predisposição física e mental capaz de favorecer tais mudanças. Um novo estudo norteamericano responde a essas perguntas e sugere que qualquer pessoa pode, num prazo relativamente curto, conquistar os efeitos positivos da meditação.
Publicado em janeiro na revista Psychiatry Research: Neuroimaging, o trabalho analisou 16 pessoas, com idade entre 25 e 55 anos, que participavam do Mindfulness-Based Stress Reduction (MBSR), o programa de treinamento desenvolvido há mais de 30 anos por Jon Kabat-Zinn, professor de medicina e diretor fundador da Clínica de Redução do Estresse e do Centro de Atenção Plena em Medicina da Universidade de Massachusetts. Em oito encontros semanais, os participantes do programa aprendem exercícios de meditação destinados a desenvolver as habilidades da atenção plena - a consciência ampla e tolerante dos pensamentos, dos sentimentos, das sensações corporais e do ambiente ao redor. Cabe a eles praticar esses exercícios no intervalo entre os encontros. Ao longo dos anos, o programa tem formado pessoas que alegam sentir menos estresse e mais emoções positivas. Quem tem dores crônicas afirma que elas são amenizadas após o curso.
A equipe do estudo examinou o cérebro de cada participante do MBSR duas semanas antes e logo depois do programa de oito semanas, comparandoo com os dos integrantes de um grupo de controle que não havia recebido o treinamento. Os que foram treinados - nenhum dos quais tinha experiência prévia na área - contaram que haviam dedicado pouco menos de meia hora por dia a essa meditação doméstica.
Nos exames realizados no fim do programa, o cérebro dos não treinados não apresentou alterações. Já no dos praticantes, a massa cinzenta mostrou-se bem mais espessa do que era antes, em várias regiões. Uma delas é o hipocampo, cujas atividades têm relação com a aprendizagem, a memória e a regulação das emoções. Estudos anteriores já haviam mostrado que muitas pacientes de depressão e transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) apresentam pouca massa cinzenta no hipocampo. Outras diferenças substanciais foram notadas no cerebelo (região relacionada à regulação das emoções), na junção têmporo-parietal e no córtex cingulado posterior do cérebro dos meditadores (áreas ligadas à empatia e à assunção da perspectiva de outra pessoa).
Para a principal autora da pesquisa, Britta Hölzel - pesquisadora do Massachusetts General Hospital e da Universidade de Geissen, na Alemanha -, essas alterações podem indicar que a meditação aprimora a capacidade de regular as emoções, controlar os níveis de estresse e sentir empatia por outras pessoas. "Acho que o que é realmente positivo e promissor sobre esse estudo é que ele sugere que nosso bem-estar está em nossas mãos", afirma ela. Britta também comentou a evidência, reforçada por seu trabalho, da "plasticidade" do cérebro, pela qual ele pode mudar de forma com o tempo: "O que eu considero fascinante é que apenas prestar atenção de um modo diferente e estar mais consciente podem ter um impacto capaz de mudar a estrutura da nossa mente."
É sempre bom salientar que a meditação não é o único recurso capaz de alterar o cérebro. Uma semana antes da divulgação do estudo de Britta, uma pesquisa publicada na revista The Proceedings of National Academy of Sciences mostrou que o hipocampo de pessoas com 60 anos aumentou em volume depois de andarem três vezes por semana, durante um ano, em uma pista comum. Em pessoas que, no mesmo período, fizeram menos exercícios aeróbicos, o volume do hipocampo chegou a diminuir.
Equipe Planeta

NOVA CONQUISTA DO MOFICUSHINTH*

UM MOVIMENTO QUE É "CLASSE A"


O trabalho de divulgação feito pelo Prof. Jaya neste final de semana rendeu bons frutos para este Movimento. Além da venda expressiva de pontos da rifa de 01 Câmera Digital Kodak, a ser sorteada no Dia dos Namorados (12/06), durante a Festa de Aniversário do Prof. Ruy Marcos e no corpo-a-corpo, com as pessoas próximas de sua residência, além disso, o diretor deste Movimento angariou a parceria da Madeireira Classe A, localizada próximo à rotatória da Av. dos Franceses com Africanos.
Esta nossa nova parceira vem crescendo a olhos vistos na sua atividade e, como parte de nosso compromisso, estará presente em nossas publicações neste blog.
A Madeireira Classe A funciona de segunda a sexta, em horário comercial normal, mas não abre aos sábados, voltando a funcionar somente nas manhãs de domingo até às 13h. Recebe todos os cartões de crédito e tem grandes promoções para os próximos dias, as quais serão divulgadas aqui também.

Lembramos aos leitores deste blog que esperamos que incentivem seus parentes e amigos, proprietários de lojas comerciais, lanchonetes e empresas de qualquer ramo a fazerem uma parceria com este Movimento, a qual é uma via de mão dupla, pois uma das diretrizes do MOFICUSHINTH* é sempre dar algo em troca daquilo que recebe de seus colaboradores, como devem ser as boas relações.

Nossas boas-vindas à MADEIREIRA CLASSE A  (Av. dos Franceses, Nº500 - Outeiro da Cruz -Fone:(98) 3243-4435 - "Madeiras de Qualidade - Entrega Imediata").


Hj. Narada Krishna
Secretário de Comunicação

domingo, 1 de maio de 2011

PUBLICANOS & HIPÓCRITAS

PUBLICANOS & HIPÓCRITAS A FÉ QUE NÃO REMOVE NEM GRÃOS DE AREIA

Minha atividade em prol da divulgação deste Movimento e da T.H* me tem levado ao encontro do mais variado tipo de gente. O curioso, apesar de lamentável, em tudo isso, é que passei a ver melhor as coisas, passei, quero dizer, a conhecer melhor as pessoas. Minha conclusão é que a maioria delas é SUPÉRFLUA, no modo de viver e no de pensar; geralmente contentam-se com uma vida comum ou mesquinha, ou se sentem acomodadas com certa estabilidade financeira ou status social.
Ao anunciar o objetivo deste Movimento, muitas dessas pessoas, tentando dar a si mesmas ares de sabedoria (inteligência?), fazem cara de "Ah, tô compreendendo!", mas o olhar de perplexidade as denuncia quase exclamando "Não entendi bulhufas!". Tem gente que não consegue perceber nem mesmo que este Movimento é completamente o OPOSTO DE RELIGIÃO. Como podemos ser RELIGIÃO, se ela é exatamente um dos pontos que combatemos, pois neutraliza a capacidade racional das pessoas, paralisa suas vidas com dogmas, preconceitos e conceitos medievos e mantem uma noção de Deus perniciosa para qualquer tipo de vida, sobretudo a humana?
Estranhamente, algumas dessas pessoas se dizem muito religiosas, mas tudo o que sabem fazer é ter medo da morte, medo de ir ao inferno ou de perder o pouco que têm. A fé dessas pessoas não conseguiria mover um grão de areia, que diremos, então, de uma montanha? Ao invés de participarem das grandes coisas, limitam-se a dar esmolas nas ruas para manter a miséria humana debaixo de seus pés enquanto caminham, incólumes.
Para toda essa gente, deixaremos algumas máximas de sua tão amada e pouco lida (e menos ainda, compreendida) Bíblia, onde lemos:

"Não julgueis que vim trazer a paz à terra. Vim trazer não a paz, mas a espada [...] Este povo somente honra-me com os lábios; seu coração, porém, está longe de mim. Vão é o culto que me prestam, porque ensinam preceitos que só vêm dos homens! [...] Guardai-vos de fazer vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles [...]. Quando, pois, dás esmolas, não toques a  trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em verdade, vos digo: já receberam sua recompensa".

Um dia, quem sabe, essa gente vai entender a extrema diferença que há entre FALAR E FAZER!