segunda-feira, 12 de setembro de 2011

PROJETO MOFICUSHINTH*/MYTHOS EDITORA


CONCURSO UNIVERSITÁRIO “PUBLIQUE SEU ARTIGO COM A MYTHOS”

A Mythos Editora, na pessoa da Sra. Ana Elizabeth Cavalcanti, acertou uma parceria com o MOFICUSHINTH* para a realização de um Concurso de Trabalhos Acadêmicos dentro das Universidades, do qual poderão participar alunos do Curso de Filosofia.
Os alunos interessados deverão fazer a inscrição na própria Universidade onde estudam (em local que será determinado previamente) ou através do e-mail moficushinth@yahoo.com.br , solicitando a ficha de inscrição online e reenviando-a preenchida com os dados exigidos.
Será estabelecido um prazo para as inscrições e para entrega dos trabalhos.
Os concorrentes participarão do Concurso, entregando seus trabalhos nos locais previamente determinados ou enviando-os por e-mail até a data limite de recebimento dos mesmos.
Os trabalhos não devem superar o número de 12.000 caracteres (contando-se palavras e espaços) e é necessário que informem as referências ou fontes de pesquisa usadas para a elaboração dos mesmos.
O tema do Concurso é “Como a Filosofia pode ser útil à vida cotidiana?”. Os estudantes devem tratar esse tema para além da mera prática do ensino de Filosofia na sala de aula. Deverão ser lançadas novas perspectivas para a sua utilização e prática, além, é claro, da educacional.
Será feita uma triagem dos trabalhos dentro das próprias Universidades, para que se chegue a um número definitivo de classificados, que serão os únicos a concorrer na seleção final.
Além da publicação do artigo, o MOFICUSHINTH* buscará fundos com patrocinadores do projeto, para que haja também uma premiação em dinheiro e um brinde oferecido pelo próprio Movimento.
O Regulamento para a realização deste Concurso estará disponível, em breve, tanto neste blog quanto nas Universidades participantes.
O caráter deste Concurso é puramente promocional e não gera vínculos de obrigações ou ônus para nenhuma das partes: seja o MOFICUSHINTH*, A Mythos Editora ou qualquer das Universidades participantes.
A realização deste Concurso se dará de forma transparente e tem como objetivos: 1) incentivar a produção literária sobre temas filosóficos entre os estudantes universitários; 2) promover e apresentar as atividades deste Movimento à comunidade universitária.
A participação dos estudantes se dará de forma livre e espontânea e não acrescenta pontuação no histórico dele dentro da instituição em que estuda, porém é de grande valia para seu ingresso no mundo das publicações e conta pontos em seu currículo pessoal e profissional.

Em breve estaremos visitando as Universidades e expondo de forma mais direta esse nosso projeto cultural. Aguardem!!!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011


CAMPANHA: ADOTE ESTE MOVIMENTO!

Estamos a todo vapor com a nossa campanha de adoção do MOFICUSHINTH*. Foram confeccionados dois tipos de adesivos para divulgar e dar visibilidade a esta empreitada.
O maior, para ser adquirido pelas empresa colaboradoras; o menor, para as pessoas que se afiliem, colaborem ou sejam apenas simpatizantes deste Movimento.

Nossa meta é alcançar um número expressivo de lojas e prestadoras de todos os tipos de serviços que concedam descontos aos afiliados e/ou forneçam produtos e serviços, que possam ser convertidos em verba, para execução de nossas atividades; assim como angariar um número significante de afiliados e simpatizantes que, por si mesmos, serão multiplicadores desta campanha, divulgando este Movimento.

As vantagens para as empresas ou autônomos que se tornem “colaboradores” são: divulgação dessa parceria nas redes sociais (facebook, twitter e nos blogs) e a possibilidade de conquistar novos e fiéis clientes que, serão atraídos para elas ou eles através da “Lista de Parceiros MOFICUSHINTH*”, enviada diretamente para os e-mails dos afiliados, indicando as facilidades ou descontos oferecidos por esses parceiros.
As vantagens para os afiliados são: acesso às atividades do Movimento, gratuitamente ou com descontos (dependendo do tipo e dos custos de cada atividade), uma rede de lojas, empresas e prestadoras de serviços em geral que concederão descontos especiais e a divulgação de seus trabalhos (no caso de profissionais que disponibilizem algum tempo semanal para serviços voluntários ou gratuitos à comunidade) nos nossos meios eletrônicos.

Enfim, esta Campanha forma parcerias onde todos os envolvidos só têm a ganhar.
Para maiores informações, enviem suas perguntas e dúvidas para moficushinth@yahoo.com.br ou ligue diretamente para o Prof. Jaya no (0x98) 8853-1401.
Lembrando que, neste primeiro momento, estaremos atuando apenas na área metropolitana de São Luís.

Saudações Universais a todos!!!

Hj. Narada Krishna
Secretário de Comunicação   

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

EM BUSCA DE NOVOS PARCEIROS

DE MÃOS DADAS COM O MOVIMENTO





O trabalho de divulgação e manutenção deste Movimento é feito única e exclusivamente por seu fundador e diretor, Prof. Jaya Hari Das. Não contamos com ajuda de nenhuma entidade municipal ou estadual, nem com empresas privadas de cunho social. Por isso, trabalhamos no intuito de angariar parcerias que possam trazer algum capital de apoio à nossas iniciativas.
Recentemente, fomos abrilhantados com o apoio da Mythos Editora, que publicará um artigo exclusivo sobre a Terapia Hari* e este Movimento. Acreditamos que muitas portas se abrirão a partir da publicação do mesmo.
Um dos pontos fundamentais deste Movimento é nunca receber nada sem dar algo em troca. Não queremos "ficar" com o dinheiro de ninguém, não desejamos onerar pessoas que sabem bem quanto custa seu alimento, suas roupas, seu transporte e, o pouco que sobra, para sua diversão. Por isso, damos sempre em troca de sua doação algum serviço ou produto.
O próprio Prof. Jaya disponibiliza cursos, palestras e trabalhos para aqueles que desejam ajudar nosso Movimento. Outra maneira de doar (ou colaborar) é adquirindo nosso CD's da T.H*, ou fazendo a compra antecipada do livro "Poemas que Nietzsche jamais escreveu - Filosofia poética". Ou ainda recebendo em troca divulgação em nossos blogs e no Facebook.
Esta foi a opção escolhida pelo Sr. Márcio de Pena, técnico/proprietário da MS REFRIGERAÇÃO, que trabalha com instalação e manutenção em aparelhos de ar condicionado. Durante 30 dias, a MS REFRIGERAÇÃO estará sendo divulgada por nós como parceira deste Movimento, e poderá continuar conosco pelo tempo que desejar.
Se você tem uma grande ou pequena empresa (não importa!), se é autônomo e quer dar visibilidade ao seu trabalho, ajudando os nosso projetos, ligue para 88853-1401 ou envie e-mail para moficushinth@yahoo.com.br com todos os seus dados e com sua logomarca.
Seja nosso parceiro - MOVIMENTE-SE!!!

Hj. Narada Krishna
Secretário de Comunicação

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

EXPANDINDO A VISÃO EMPRESARIAL COM O HOLISMO

http://paper.li/JayaHariDas/1311296313EXPANDIR SUA VISÃO: 

NOVE MANEIRAS DE APOIAR AS PESSOAS A DESPERTAREM A CONSCIÊNCIA INTERIOR*

Tradução: Vânia Faria
Fonte: DailyOM – pensamentos de inspiração para um dia feliz, saudável e gratificante. Todos os dias úteis, DailyOM cria mensagens que são escritas em um estilo fácil de ler, perfeito para uma rápida leitura para começar o dia. Os assuntos são abrangentes com foco em integridade e vida plena.

Comece simplesmente sendo você mesmo. Assim você poderá ajudar muitas pessoas a perceberem um exemplo vivo de consciência. E mais:
1. Uma vivência alinhada com seus valores pessoais permite que você se transforme em uma fonte de inspiração positiva para os outros. Não se esconda! Expresse e abrace a vida sem reservas. Simplesmente, sendo você mesmo, você pode ajudar as pessoas a verem como uma pessoa pode fazer a diferença por ser um exemplo vivo da consciência.
2. Quando você expressar sua opinião, faça-o casualmente e de forma não dogmática. Permitia que as pessoas com quem você convive lhe façam pergutas. Ofereça amorosamente as informações que você percebe que serão importantes e relevantes para o aprendizado da pessoa.
3. Acender a chama da consciência pode ser tão fácil como dar a alguém um presente. Um livro favorito, uma mensagem, uma informação, algo significativo, também pode despertar a curiosidade dessas pessoas e levá-las a começarem uma exploração pelos caminhos da alma.
4. Ensinar um amigo, parente ou colega a meditar / acalmar a mente pode levá-lo ao caminho da consciência, ao mesmo tempo reduzir os seus níveis de stress, ganhando qualidade de vida e permitindo encontrar os próprios caminhos.
5. Outros podem querer saber mais sobre a vida consciente, mas não sabem como começar. Começando um grupo de discussão – até mesmo um virtual – pode ajudá-lo a chegar aos indivíduos que estão ansiosos para a iniciação do caminho da consciência.
6. Ao aceitar e reconhecer o valor inerente de todos os seres humanos que você encontrar, você pode ensiná-los a fazerem o mesmo. Às vezes, a maneira mais fácil para incentivar as pessoas – pode ser desafiando-as – a respeitar os outros é a respeitá-las também a si mesmas.
7. Convidar pessoas de sua vida pessoal e profissional para acompanhá-los em algum evento que fale de um assunto que crie ampliação de consicência. A experiência pode tocá-los de uma maneira profunda, ou apresentá-los para um novo caminho espiritual.
8. Casualmente ressaltar a interligação de todos os seres vivos, usando exemplos concretos ou cotidianos. Muitas pessoas não têm conhecimento de como suas ações afetam o mundo e ficam intrigados quando descobrem o poder que detêm.
9. Introduzir conceitos, mesmo que com pequenos gestos ou palavras, a todos que encontrar para a vida consciente de uma forma leve e agradável. Respeitar o tempo de cada um, porém sem esquecer que todos somos agentes de mudança e tranformação nesta jornada de Desenvolvimento Humano. Os mais conscientes não podem se abster deste papel.
Uma vida consciente remete as pessoas a serem mais felizes, integras, realizadas e favorece os intrumentos para que também abracem a causa de apoiar outras pessoas a obterem os mesmos ganhos.
* O presente artigo foi transcrito aqui porque está em acordo com a filosofia deste Movimento. Nossa intenção jamais será a de nos apropriarmos da produção intelectual de qualquer pessoa ou entidade, tanto que estamos dando os créditos devidos a sua autora, ou autores. 

terça-feira, 16 de agosto de 2011

HOLISMO EMPRESARIAL

ESPIRITUALIDADE NAS EMPRESAS – MITOS E VERDADES SOBRE ESTE TEMA QUE AINDA É TRATADO COM INDIFERENÇA POR INÚMERAS ORGANIZAÇÕES*

Por Vânia Faria 

Consultora em desenvolvimento Humano e Organizacional. Atua como coach de executivos e de carreira, realiza diagnósticos consultivos, gerência e lidera projetos, e é Diretora Executiva da Evolução Humana Consultoria.


Falar de espiritualidade no âmbito organizacional ainda gera muito preconceito, distanciamento e medo nas pessoas. Você sabe explicar porque isso acontece?
Quando entrei em contato com as teorias e ensinamentos de Richard Barrett – na minha opinião, um dos mais expressivos consultores organizacionais da atualidade  – sobre as questões de espiritualidade nas organizações, fiquei feliz e preocupada ao mesmo tempo. Feliz por saber queexistem formas de ampliar a espiritualidade em uma empresa e até mesmo de mensurar o quão espiritual ela é. Preocupada fiquei ao pensar como eu levaria esses conceitos para as empresas brasileiras a partir daquela ampliação de consciência que eu estava tendo ao reconhecer as dimensões abordadas por Barrett em toda a sua obra.
Porém, imediatamente abracei a causa com paixão e vontade de realmente começar a disseminar tudo aquilo que aprendi, nas empresas por onde eu fosse passando através do meu trabalho de consultora organizacional. Confesso que no início tive medo e bastante cautela. Pensei: “Isto é um trabalho para missionários!”  – Então eu teria que me tornar uma missionária? Bem, meu coração dizia que eu teria seguir adiante com aquela missão. Era mesmo um chamado!
Não dava para negar a existência de possibilidades de fazer um trabalho diferenciado nas empresas no quesito desenvolvimento humano e organizacional e elevação de consciência. Aqueles conceitos faziam tanto sentido para mim que saí de fato engajada e empenhada a trabalhar com estas questões que certamente gerariam resultados sustentáveis e diferenciados para as empresas e pessoas que nelas trabalham. E assim foi e assim é até hoje. Sempre que tenho oportunidade apresento estes conceitos para os líderes das organizações. É claro que às vezes sou barrada ou ignorada logo no início do meu discurso. Porém não deixo de tentar. Prefiro levar um não para casa, do que deixar de tentar.
Mas como uma empresa pode se tornar espiritualizada?
Espiritualidade nas empresas não tem a ver com religião, igreja, dogmas ou ideologias.Trata apenas da elevação dos “valores organizacionais”. Nada mais do que isso. Assim desmistificamos os primeiros mitos quando se fala deste assunto.  
Para Richard Barrett, valores organizacionais são classificados em 7 níveis. Quanto mais altos os valores de uma organização, mais espiritualizada ela é. Veja como é esta classificação dos 7 níveis na imagem abaixo:  
Se uma empresa possui muitos valores organizacionais nos três níveis inferiores, podemos dizer que esta empresa está muito focada em atender as necessidades básicas, dela própria e de seus funcionários. E se nesses valores vividos na empresa encontramos limitações como “controle, excesso de horas de trabalho, foco de curto prazo, burocracia, autoritarismo, complacência, corrupção e manipulação ”, podemos afirmar que esta empresa possui uma cultura focada no curto prazo. Então o medo é um sentimento constante das pessoas que nela trabalham.
Já as empresas que possuem valores organizacionais distribuídos nos quatro níveis superiores, podemos dizer que são empresas que possuem altos níveis de espiritualidade. Do nível quatro para o nível sete não existem valores limitantes e portanto, não existe medo e sim amor instalado na cultura organizacional. Quando o medo deixa de existir, as pessoas trafegam numa freqüência mais leve, amistosa, as relações interpessoais são muito valorizadas e as pessoas se sentem felizes trabalhando para esta empresa.
Porém, uma empresa que possui apenas valores “elevados”, ou seja, de nível quatro para o nível sete, podem não estar conectadas à realidade do mundo capitalista, que é tão focado em resultados, e onde o sucesso de uma empresa é determinado pelos números positivos ao final de cada período. Por isso, essas questões ainda parecem um tanto utópicas…
Então a indicação consultiva é que as empresas elevem seus níveis de espiritualidade, mas mantenham, também valores de sustentações saudáveis nos níveis um, dois e três.  Aí teremos uma empresa com o que chamamos de “Cultura Organizacional de Espectro Total”. A empresa estará preocupada em gerar sustentação em todas as cadeias de valores, cuidando da saúde integral de seus colaboradores, geração de negócios sustentáveis, rentabilidade do ponto de vista financeiro, e consequentemente estará assegurando sua longevidade – deixando um legado para as futuras gerações.
A eliminação de valores limitantes é o passo inicial para se começar a espiritualização de uma empresa. Já a elevação dos valores organizacionais deve ser uma meta contínua. Não acontece de um dia para outro. Todos os dias a liderança deve dar um passo a frente neste sentido. É tarefa da liderança fazer esta transição. Levar a empresa do medo ao amor, do nível mundano para o espiritual, da incerteza para a longevidade.
O que acontece no clima e cultura organizacional de uma empresa que eleva seu nível de espiritualidade?
Harmonia, colaboradores satisfeitos, clima muito bom, turn over em níveis aceitáveis, alto engajamento, pessoas apaixonadas por seu trabalho e pela empresa, alegria, relações interpessoais recheadas de colaboração, cortesia, gentileza e pessoas talentosas que jamais pensam em deixar suas funções. Retenção de talentos deixa de ser uma prioridade de Recursos Humanos – eles dificilmente vão embora. É mesmo uma“transformação milagrosa” que acontece na empresa.  
Engajamento da Liderança
Pré-requisitos para começar o processo de espiritualidade em uma empresa
Não existem! Todas podem começar imediatamente, desde que a liderança esteja pronta e consciente.  E isto vale para empresas de qualquer porte (pequena, média ou grande), que pode estar instaladas em grandes centros urbanos ou no meio de uma mata no interior do país.
Richard Barrett:  é Diretor Geral do Richard Barrett & Associados -  uma consultoria em Transformação Cultural e Desenvolvimento da Liderança. Ele é o criador das Ferramentas de Transformação Cultural. Autor, palestrante e agente de mudança. 

*Transliteramos este artigo dando todos os créditos à sua autora. Nosso interesse é divulgar atividades e ideias que estão em conformidade com a nossa Filosofia, jamais nos apoderar da propriedade intelectual de alguém.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

CONQUISTAS DO NOSSO MOVIMENTO

A EDITORA MYTHOS ABRAÇA O PROJETO MOFICUSHINTH*
Nosso Movimento já pode comemorar duas grandes conquistas, proporcionadas pela relação entre o Prof. Jaya, diretor/fundador deste Movimento, e a Mythos Editora.
Nesta quarta-feira (10/08/11), o Prof. Jaya teve a honra de receber dois maravilhosos convites: o primeiro veio através de e-mail enviado pela editora da Revista Filosofia, Ana Elizabeth Cavalcanti, sugerindo uma matéria exclusiva sobre o nosso Movimento e a prática da Terapia Hari*, conforme pode ser comprovado no trecho abaixo:

"Estive lendo o seu Blog e acho que dá pra fazer uma pauta sobre Movimento Filosófico “Cura do Ser Humano Integral”. Como a revista é de Filosofia, o artigo deveria enfatizar mais o aspecto filosófico do MOFICUSHINTH, embora também deva citar o seu sentido terapêutico. Acho que ninguém melhor que você para escrever sobre o tema. Seria legal falar também sobre como foi que você teve a idéia de desenvolver o movimento, etc...".


O segundo partiu da Renata Anicelli Palácios, da Revista Sexto Sentido, convidando-nos para participar de uma entrevista que fará parte do projeto editorial, cuja temática é "Estamos sós no Universo?", que vc também pode conferir no trecho abaixo:


"Sou da redação da Revista Sexto Sentido, da Mythos Editora, e a Ana Elizabeth Cavalcanti forneceu seu contato para promovermos uma entrevista baseada no tema " Estamos sós no Universo?".
Na próxima edição, entrevistaremos 5 pessoas com visões diversas sobre o assunto e gostaríamos, se possível, da sua participação!"

Certamente, temos muito o que comemorar, em vista de que serão grandes oportunidades de divulgar nosso Movimento nacionalmente, difundindo a nossa Terapia para o Brasil inteiro e criando novas perspectivas para nossos projetos.
É importante lembrar que tudo isso é mérito e esforço do nosso diretor, Prof. Jaya, que não mede dificuldades para difundir e levar mais adiante os nossos objetivos e o nosso ideal.
Todo o trabalho realizado pelo Prof. Jaya tem por finalidade última e precípua o crescimento do nosso Movimento e a divulgação da T.H*.
Podemos esperar confiantes que daqui para o final deste ano nosso Movimento já terá voz e vez em muitos lugares e se destacará dentro de nossa Ilha, São Luís, como um GRANDE MOVIMENTO FILOSÓFICO.

Hj. Narada Krishna
Secretário de Comunicação

domingo, 24 de julho de 2011

O PAPEL DA MEDITAÇÃO NA T.H* E NA VIDA

Os incríveis efeitos da meditação no cérebro e na psique

Pesquisas científicas estão comprovando aquilo que os iogues e monges já sabiam há milênios ­ a meditação é muito mais do que uma simples técnica de relaxamento; a prática regular da meditação altera as estruturas neuronais do cérebro, estimulando as emoções e sentimentos positivos e incrementando as capacidades da mente.
Por Inês Castilho
A meditação é objeto de interesse crescente na medicina. Sua indicação está se tornando cada vez mais comum no tratamento e prevenção de doenças imunológicas, do sistema cardiorrespiratório, dos distúrbios do sono, do estresse, da dor. Médicos começam a adotá-la como técnica complementar no controle da hipertensão e arritmias cardíacas. Desde que foi capa da Time, em 2003, o assunto tem sido freqüentemente veiculado pela mídia ­ como o recente Globo Repórter que mostrou a prática de meditação por médicos e enfermeiros do Hospital de Apoio de Brasília.
A monja Coen Sensei, da tradição zen-budista, diz ter perdido a conta de quantas pessoas ensinou a meditar, no Japão e no Brasil. “Foram centenas, talvez milhares. O interesse pela meditação é internacional e cresce também entre empresários”, diz ela, que começou a praticar durante o boom da meditação nos Estados Unidos pós-guerra do Vietnã. Foi assim também com Susan Andrews, monja do tantra ioga que fundou o Instituto Visão Futuro em Porangaba (SP) e calcula já ter treinado mais de dez mil pessoas em seus 35 anos como instrutora de meditação, em vários países.
Mais de cinco mil pessoas já passaram pelos cursos ministrados por Lia Diskin na Associação Palas Athena, em São Paulo. A psicopedagoga Vivi Tuppy, formada pela Palas, levou para Araçatuba e Birigüi (SP) o programa Educadores da Paz, com práticas de atenção com foco na respiração que já alcançaram cerca de 17 mil alunos e professores das redes estadual e municipal de ensino. O resultado foi o aumento nos índices de aprendizagem e redução da violência na escola e comunidade. Essas são apenas algumas experiências.
Neuroplasticidade
Os estudos publicados em revistas científicas também se multiplicaram nas últimas décadas. Particularmente nos Estados Unidos, mas também no Brasil ­ em instituições respeitadas como a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) do Hospital Albert Einstein e a Universidade de São Paulo (USP).
Neuroplasticidade é palavra-chave das pesquisas mais atuais. O termo refere-se à capacidade de o cérebro mudar sua estrutura e função ­ os circuitos neuronais mais usados se expandem e fortalecem, ao passo que aqueles não usados, ou usados raramente, se encurtam e enfraquecem. “Espera-se que, aprendendo a fomentar e controlar a neuroplasticidade, ela possa trazer benefícios em casos de doenças degenerativas e imunológicas, e lesões por trauma e vasculares”, observa João Radvany, neurologista, psiquiatra e neurorradiologista do Hospital Albert Einstein.
Radvany prepara-se para dar início a uma pesquisa, financiada pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) do Einstein, que tem como objetivo verificar os efeitos da meditação na atenção e concentração de um grupo de médicos. O estudo será feito em colaboração com Edson Amaro Jr., coordenador de pesquisa em neuroimagem no IEP, e Elisa Kozasa, pesquisadora em técnicas de meditação da Unidade de Medicina Comportamental da Unifesp, com o uso da técnica de ressonância magnética funcional, que permite verificar as áreas ativadas no cérebro durante a prática.
Diálogos Mind and Life
O impulso para o desenvolvimento dessas pesquisas deve-se principalmente à associação entre o líder espiritual tibetano Dalai Lama e o biólogo chileno Francisco Varela (1950-2001), então chefe da Unidade de Neurodinâmica do Hospital Salpetrière, em Paris. Nasceu daí o Mind and Life Institute, que desde 1987 realiza encontros anuais ­ um ano no Ocidente, e outro, informal, em Dharamsala, na Índia, onde Sua Santidade vive exilado ­ para um diálogo entre homens e mulheres de ciência e monges budistas sobre a natureza do universo e da mente.
Os encontros do Mind and Life reúnem cientistas dos mais respeitados centros de pesquisa dos Estados Unidos, tais como Harvard, Princeton, Duke, Califórnia. Com o objetivo de responder a um desafio ­ Como criar e manter uma mente saudável? ­, a partir de 1990 cientistas filiados à instituição começaram a investigar os efeitos neurobiológicos da meditação.
Embora divulgados, eles só foram abertos ao público em 2003. O segundo diálogo aberto aconteceu em novembro passado em Washington (EUA), com o tema Investigando a Mente 2005: Aplicações Clínicas e Científicas da Meditação. Em sua passagem por São Paulo, Sua Santidade falou sobre essas experiências no seminário Compaixão e Sabedoria ­ a construção da saúde pessoal e coletiva, realizado dia 28 de abril no Palácio de Convenções do Anhembi, com a participação da Unifesp/Escola Paulista de Medicina.
Participação brasileira
Em 2004, o Mind and Life deu início a um programa de verão anual de uma semana, o Summer Research Institute, em que a apresentação e debate dos temas científicos eram alternados com períodos de meditação que somavam cerca de três horas diárias. Entre os pesquisadores selecionados encontrava-se a bióloga e pesquisadora brasileira Elisa Kozasa, que participou também do Summer Research de 2005.
Autora de uma tese de doutorado sobre os efeitos ­ positivos ­ da meditação e da respiração da ioga na ansiedade, depressão e atenção, Kozasa é co-orientadora de vários projetos de mestrado em meditação na Unifesp e se prepara para fazer pós-doutorado avaliando as áreas cerebrais relacionadas à meditação, através da técnica de neuroimagem funcional. Seu interesse foi despertado aos 12 anos pela prática de aikidô, e mais tarde pela leitura de livros como Autobiografia de um Iogue, de Paramahansa Yogananda, e Diálogos Entre Cientistas e Sábios, de René Weber.
Também o interesse do neurologista João Radvany pela meditação, estranhamente, foi despertado por um esporte ­ a natação. Hoje, além de nadar ele pratica tai chi chuan e meditação zen. “Todos os estímulos do mundo externo e interno são levados ao tronco cerebral, onde uma rede de neurônios mantém o estado acordado e de atenção como se fosse uma luz, de intensidade variável e direção itinerante, para iluminar a experiência que a gerou”, explica Radvany. “As áreas frontais do cérebro fixam o foco dessa luz, gerando concentração no estímulo que a consciência escolhe. A meditação orienta o farol para que incida num determinado aspecto da experiência, excluindo todo o resto.”
Estudos do cérebro
Tanto Radvany como Kozasa ressaltam, entre os estudos realizados por pesquisadores que participam do Mind and Life, os experimentos de Sara Lazar, doutora em biologia molecular pela Universidade de Harvard e praticante de ioga e meditação por aproximadamente dez anos. Em um trabalho publicado em 2000, ela e sua equipe de pesquisadores mostraram que é possível verificar variações da atividade cerebral mesmo em pessoas com pouca prática de meditação, com o uso de ressonância magnética funcional.
Outro estudo de imagem da mesma pesquisadora, publicado em 2005, mostrou que áreas específicas do córtex cerebral, a camada externa do cérebro, eram mais espessas em praticantes pouco experientes de um tipo de meditação conhecida como mindfulness, comumente praticada nos Estados Unidos. “Ela mostrou que não é preciso meditar o dia inteiro para produzir alterações estruturais no cérebro. E que é possível retardar a atrofia de certas áreas cerebrais relacionadas à idade”, observa Radvany.
O neurocientista Richard Davidson, da Universidade de Wisconsin, em Madison, colaborador do Dalai Lama desde 1992, é um dos principais pesquisadores da neuroplasticidade. “Os neurocientistas acreditavam que nascemos com determinado número de neurônios, e que as mudanças ocorridas com o desenvolvimento seriam apenas nas conexões entre essas células e as células moribundas. Nos últimos dois anos, descobrimos que isso não é verdade. Já foi demonstrado nos humanos que crescem neurônios novos durante a vida inteira. É uma descoberta fantástica” ­ disse ele no diálogo ocorrido em 2000 em Dharamsala, relatado no livro Como Lidar com Emoções Destrutivas ­ Para Viver em Paz com Você e os Outros (Editora Campus), de autoria do Dalai Lama e de Daniel Goleman.
Outro pesquisador importante é Jon Kabat-Zinn, diretor da Clínica de Redução do Estresse, professor de medicina da Universidade de Massachusetts e um dos autores do livro A Mente Alerta (Editora Objetiva). Para Radvany, o mérito de Kabat-Zinn, criador do método de meditação conhecido como mindfulness behavior stress reduction (MBSR), ”foi chamar a atenção para o fato de que é possível transformar todas as atividades diárias em meditação, no sentido de baixar o tônus vegetativo ­ que é o antídoto do estresse”.
Em outras palavras: “Como você pensa, você se torna. Se diariamente, durante a profunda concentração da meditação, redirecionamos o nosso estado mental para longe dos estreitos e negativos padrões de pensamento, em direção a um sentimento de compaixão e tranqüilidade interior, nossas mentes gradualmente se tornam repletas de amor e paz” ­ como diz Susan Andrews e, na qualidade de aprendiz, posso testemunhar.
Tecnologias não-invasivas
A investigação da natureza cognitiva e da emoção no cérebro, com o nível de detalhamento atual, só se tornou possível pelo poder das tecnologias não- invasivas. “A máquina de ressonância magnética tem um metro e meio de comprimento, pesa de 20 a 30 toneladas e faz um barulho danado, mas a radiação que emite é um bilhão de vezes menor que a do Raio X”, explica o radiologista Edson Amaro Jr.
Uma revisão minuciosa dessas técnicas e das pesquisas sobre meditação foi feita por Marcello Árias Danucalov e Roberto Simões, pesquisadores do Centro Universitário Monte Serrat (Unimonte), em Santos (SP), no livro Neurofisiologia da Meditação ­ Investigações Científicas no Yoga e nas Experiências místico-religiosas: uma Aproximação Entre a Ciência e a Religiosidade, que acaba de ser lançado pela Editora Phorte. Como Kozasa e Radvany, Marcello descobriu o estado meditativo praticando um esporte ­ o surfe.
“O estudo da ativação dos circuitos elétricos cerebrais através desses novos recursos tecnológicos tem nos fornecido um minucioso quadro das funções individuais de cada pequena parte que compõe o sistema nervoso central”, afirmam eles. “Com elas, nós podemos determinar a localização anatômica exata de cada um dos sítios relacionados aos nossos cinco sentidos; quais as áreas ativas durante os mais simples ou os mais complexos comportamentos motores, de uma pequena área agregada ao ato de movimentar um único dedo, até as vastas regiões do córtex motor associadas à performance de um pianista.”
Pesquisa revela: meditação libera da cólera, da raiva e da inveja
Os primeiros resultados de um programa de pesquisas de laboratório atualmente em curso na Universidade de Wisconsin (EUA), sob a direção de Richard Davidson, reunindo neuropsicólogos e monges budistas, faz furor nos meios científicos. Esses resultados revelam que a meditação é muito mais do que uma simples técnica de relaxamento. Mostram que um treinamento regular da mente e do espírito, através de técnicas de meditação, modificam nossa massa cinzenta ­ e assim, como conseqüência, a maneira através da qual percebemos o mundo dentro e fora de nós.
Esse programa de pesquisas não teria sido possível sem a colaboração interessada de Tenzin Gyatso, o atual Dalai Lama, chefe do budismo de linha tibetana. Ele se entusiasmara, há cinco anos, ao ter conhecimento de recentes descobertas na área da neurociência, em particular a respeito da maneira através da qual as emoções negativas aparecem no cérebro. Alguns pesquisadores o visitaram na ocasião, interessados no fato de que, para muitos budistas praticantes regulares da meditação, estados de alma como o ódio, a raiva, a cólera, a inveja e a cólera constituem sentimentos praticamente desconhecidos. Bem ao contrário, é certo que a meditação reforçou neles traços positivos de caráter e de comportamento.
Foi Richard Davidson quem teve a idéia de utilizar instrumental moderno para explorar em laboratório o funcionamento cerebral de alguns desses budistas. Desse instrumental faz parte, entre outras aparelhagens, a tomografia por ressonância magnética funcional.
Segundo um dogma neurocientífico fundamental, hoje superado, as conexões neuronais cerebrais seriam estabelecidas durante a infância, e permaneceriam fixas até a morte do indivíduo. Sabe-se hoje que os neurônios se modificam até uma idade bastante avançada, tanto no que diz respeito à sua estrutura quanto a seu funcionamento. Quando alguém pratica assiduamente um instrumento musical, não apenas as redes neuronais correspondentes se reforçam, mas novas conexões se estabelecem, incrementando a destreza do músico. A esse fenômeno dá-se o nome de “plasticidade cerebral”. Mas tal plasticidade, recentemente descoberta, só tinha sido estudada em relação a sinais provenientes do mundo exterior.
Davidson decidiu investigar se atividades puramente mentais também modificariam o cérebro, e qual o efeito que tais modificações produziriam sobre o humor e os sentimentos. Ora, os budistas consideram sua doutrina como uma “ciência do espírito”, e a eles próprios como “atletas do mental”. Daí sua escolha quase natural, por parte de Davidson e sua equipe, como sujeitos privilegiados para os experimentos.
Desde o início os resultados obtidos em laboratório foram surpreendentes. O primeiro “paciente” investigado, um velho lama de um mosteiro na Índia, podia se gabar de mais de dez mil horas de meditação praticadas. No laboratório, o seu córtex frontal esquerdo ­ a parte do córtex situada à esquerda e atrás da fronte ­ se revelou muito mais ativa do que a dos 150 outros “pacientes-testemunhas” testados, que nunca tinham praticado meditação.
As pesquisas começaram a mostrar uma série de outros dados relevantes. Descobriu-se, por exemplo, que tais áreas cerebrais são mais ativas em pessoas que conduzem um “estilo de sentimentos positivos”, ou seja, nos que são mais alegres e cultivam o bom humor. Por outro lado, notou-se que, nas pessoas de natureza mais pessimista, triste e depressiva, predomina o hemisfério cerebral direito. Os otimistas, os que preferem sorrir para a vida, possuem sempre um córtex cerebral esquerdo mais ativo. Um exame do comportamento dos otimistas revelou também que eles são capazes de superar muito mais rapidamente as emoções negativas que inevitavelmente nos assaltam de vez em quando. Tudo se passa como se um córtex esquerdo mais ativo tivesse a capacidade de inibir os sentimentos negativos.
Desenvolvendo ainda mais seu programa de pesquisa, Davidson fez uma descoberta ainda mais surpreendente: a serenidade pode ser aprendida, exatamente como se aprende um instrumento musical ou uma disciplina esportiva.O PAPEL DA MEDITAÇÃO NA T.H* E NA VIDA