sábado, 30 de abril de 2011

PARCEIROS E NÃO-PARCEIROS

QUAL É O VALOR DE UMA PARCERIA?


Enquanto alguns empresários e comerciantes foram sensíveis à causa do nosso Movimento, compreendendo bem que um investimento de pequeno valor ao dia, poderia trazer no final do mês um  bom retorno e que a troca de produto por propaganda (para sorteio nos dias festivos, a saber: dia das mães e dia dos namorados) seria uma opção ainda melhor, pois destacaria os produtos que eles comercializam, 
outros, sem visão comercial,  rejeitaram nossa oferta e disseram "NÃO" a esse projeto, colocando como justificativa as dificuldades de vendas do começo de ano.
Ora, qualquer um sabe muito bem que é exatamente em tempos difíceis que se deve investir em propaganda, para que o quadro negro seja revertido, em breve, em uma situação favorável.
Porém, como dissemos, há pessoas, como podemos constatar, que estão no mercado por pura falta de opção para o consumidor, pois ao sofrerem dificuldades sazonais, ficam à beira da falência ou em grandes dificuldades financeiras, o que reflete a incompetência desses administradores. 


 Se você tem um estabelecimento comercial, pense bem antes de dizer "NÃO" a si mesmo!
Colaborar com este Movimento Filosófico é entrar numa via de mão dupla, pois o retorno desse investimento é propaganda nos Blogs, no Facebook e no Twitter, e ter seu nome e imagem ligados a interesses públicos relevantes. Pense nisso!!!  

quarta-feira, 27 de abril de 2011

RELIGIOSIDADE X RELIGIÃO

MEDITAÇÃO E ORAÇÃO*

“Quando orardes, não façais como os hipócritas, que gostam de orar de pé nas sinagogas. (...) entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê em lugar oculto, recompensar-te-á”.
                                                                                                                                    Cristo

A tendência para a associação, para o viver em comunidades, logo faria com que homens primitivos trocassem suas experiências religiosas e compartilhassem coletivamente suas práticas peculiares. Nada há que censurar nisso. No entanto, assim como para caçar ou guerrear, precisaram de liderança, de alguém que encabeçasse as tarefas e as distribuisse, da mesma forma, em breve, surgiria a figura do “sacerdote”, do líder religioso, que tomasse para si o direito e o dever de ordenar os cultos e as formas desses cultos.. Aí sim, temos o perfeito exemplo do “mal necessário”. Outorgando a outrem seu direito natural ao Religare, os homens já não eram mais donos daquele páthos que os lançavam, em segredo íntimo, do finito para o Infinito, de sua simplicidade para o Sublime. A partir de então, os rituais tinham dia e hora para acontecer, tinham também uma especificidade (o plantio, a colheita, a proteção etc.), e ninguém mais tinha o direito de se dirigir direta a Divindade, ao Deus do seu coração. Agora, somente ao Sacerdote, Mago ou Feiticeiro, era dado esse direito. A religiosidade particular cede  para a religião comunitária.
O homem religioso, que naturalmente se recolhia para fazer seu ritual privativo de religare, no qual a Meditação, ou seja, a prática de introspecção, de perscrutação do eu interior, era característica, é forçado a lançar-se para fora, para longe de si, de forma a tentar alcançar o céu, onde supostamente habita um “Deus”. Enquanto a Meditação integra o homem a si mesmo, a Oração distancia-o de sua essência e o lança em direção ao long´nquo mundo divino. Essa ruptura não é sentida por aqueles que estão dominados pela religião institucional devido à segurança que sentem ao se congregarem nos templos, igrejas ou mesquitas, ou por se sentírem fazendo parte da “nação de Deus”. 

* Este texto é parte do trabalho AS RELIGIÕES DOS HOMENS E A RELIGIOSIDADE NO HOMEM - Uma abordagem filosófica do fenômeno Religare e seus desdobramentos – (Painel e Artigo), apresentado pelo Prof. Jaya Hari Das, no Seminário de Pesquisa Religião e  Religiosidades, promovido pelo CCH-UFMA, em maio de 2010. 

segunda-feira, 25 de abril de 2011

AO PATRONO DESTE MOVIMENTO

NAS LUZES DE SHIVA, O MAHADEVA

Lá das plagas celestes do Oriente, ecoa um chamado sutil. O senhor das energias convoca os homens e os espíritos para a realização do Darma.
Flui um perfume espiritual pelo ar... é sândalo!
Então, uma luz branquinha desce do céu e entra pelo topo da cabeça, ativando o lótus das mil pétalas. Em seguida, ela se espraia para baixo, por todos os chacras, varrendo o interior do corpo e despertando as energias. Por sua ação, instala-se um estado vibracional, pois é hora de dançar na luz!
Ao mesmo tempo, surge um olho aberto no centro do frontal. E, no coração surge um canto sutil:
“OM NAMAH SHIVAYA... OM NAMAH SHIVAYA... OM NAMAH SHIVAYA…”
Na esteira de suas vibrações, miríades de seres espirituais se tornam seus avatares e passam também a propagar a luz sutil. E, onde ela chega, tudo se transforma.
Sim, por onde a onda luminosa de Shiva passa, as correntes do ódio e do apego se rompem. Sob sua ação, o passado se esvai... E o que fica é a liberdade de seguir em frente, surfando nas ondas da evolução, para crescer...
Em todos os planos é assim: quando a luz de Shiva chega, tudo muda! As correntes se partem e as consciências se libertam.
Quando a luz branquinha dissolve as nuvens cinzentas de Maya, que ser poderá dizer que é deserdado do Supremo Amor?
Quando ecoa o canto sutil do Mahadeva, cessa a surdez dos egos renitentes. O seu ghanda purifica o cheiro de carniça dos apegos! E o seu mantra ecoa pelos céus dos corações:
“OM NAMAH SHIVAYA... OM NAMAH SHIVAYA... OM NAMAH SHIVAYA…”
Em todos os planos é assim: quando Shiva chama para o Darma, o próprio universo treme e entra em estado vibracional cósmico. Estrelas gozam com ele o samadhi, e os homens e espíritos sintonizados espiritualmente viajam junto, nas ondas da bem-aventurança.
Sob sua ação portentosa, tudo vibra, tudo muda... E o sândalo flui, purificando os homens, os espíritos e as estrelas.
Lá das plagas do Oriente espiritual, vem o seu chamado. A luz branquinha, o perfume sutil, a canção, as transformações, o Darma e os corações... tudo dentro de sua onda luminosa, tudo vibrando, para frente, para o crescimento, pois nada fica estagnado sob a luz do Mahadeva.
Por isso, os rishis cantavam sua glória: “HARA HARA MAHADEVA!”
Encantados, eles atendiam ao chamado sutil de Shiva e viam as correntes dos apegos se partindo e libertando as consciências para o progresso. Mesmo dotados de alta sabedoria e de profunda maturidade espiritual, eles reverenciavam o senhor de todas as transmutações, o divino alquimista.
Eles também pegavam carona espiritual na esteira das vibrações miríficas do Senhor das luzes. Então, eles entravam em samadhi e compartilhavam, com todos os seres do universo, a bem-aventurança que viviam.
Em silêncio, eles viam as correntes se partindo... Eles viam as ondas luminosas varrendo os cemitérios e crematórios e desprendendo os espíritos apegados a seus despojos carnais. Viam, também, as camadas do tecido vivo do universo se desdobrando em vida e energizando as estrelas e os seres.
Encantados, em silêncio, eles passaram a ver o poder da luz em tudo. Com o tempo, ensinaram aos estudantes espirituais como escutar o chamado sutil Dele.
E hoje, também é assim: quando ecoa o chamado de Shiva, os homens de boa vontade o escutam e se unem aos rishis, em espírito e coração, prontos para o Darma.
Em silêncio, eles curvam a cabeça ao Supremo e se recolhem na prece elevada, que nada pede, apenas abre o coração para o bem de todos os seres. Da mesma maneira que os rishis, eles também se encantam e trabalham para romper as correntes da ilusão.
E em todos os planos é assim: quando Ele chama, é hora de partir os grilhões e seguir na luz do eterno...
OM NAMAH SHIVAYA!

- Wagner Borges -
São Paulo, 15 de março de 2006.

- Notas do sânscrito:
* Darma (do sânscrito “Dharma”): dever, missão, programação existencial, mérito, benção, ação virtuosa, meta elevada, conduta sadia, atitude correta, motivação para o que for positivo e de acordo com o bem comum.
* Avatares - emissários celestes; enviados divinos.
* Rishis – Sábios espirituais; mestres espirituais; mentores dos Upanishads.
* Samadhi - expansão da consciência, consciência cósmica.
* Chacras – são os centros de força situados no corpo energético e que tem como função principal a absorção de energia (prana, chi) do meio ambiente para o interior do campo energético e do corpo físico. Além disso, servem de ponte energética entre o corpo espiritual e o corpo físico.
* Lótus das Mil Pétalas – metáfora iogue para o chacra coronário, que é o centro de força situado no topo da cabeça, por onde entram as energias celestes. É o chacra responsável pela expansão da consciência e pela captação das idéias elevadas. É também chamado de chacra da coroa. Em sânscrito o seu nome é “sahashara”, o lótus das mil pétalas. Está ligado à glândula pineal.
Obs.: a pineal: é a glândula mais alta do sistema endócrino, situada bem no centro da cabeça, logo abaixo dos dois hemisférios cerebrais. Essa glândula está ligada ao chacra coronário, que, por sua vez, se abre no topo da cabeça, mas tem a sua raiz energética situada dentro dela. Devido a essa ligação sutil, a pineal (também chamada de “epífise”) é o ponto de ligação das energias superiores no corpo denso e, por extensão, tem muita importância nos fenômenos anímico-mediúnicos, incluindo nisso as projeções da consciência para fora do corpo físico.
* Chacra Frontal - é o centro de força situado na área da glabela, no espaço espiritual interno da testa. Está ligado à glândula hipófise (pituitária) e tem relação direta com os diversos fenômenos de clarividência, intuição e percepções parapsíquicas. É o chacra da aprendizagem e do conhecimento.
* Para melhor compreensão sobre as vibrações de Shiva, deixo alguns textos esclarecedores na seqüência (postados antes como textos periódicos do site ao longo dos anos).

NA SENDA DO DSICERNIMENTO COM SHIVA II

Shiva, meu amigo, ainda agora senti uma saudade grande das pradarias astrais e dos céus por onde voei outrora, na condição de espírito livre.
Fui tomado por um certa nostalgia espiritual, e logo lembrei-me de Você, o Senhor dos iogues e de todas as transformações nos planos fenomênicos da existência.
Então coloquei para tocar um Cd contendo o mantra Maha Mrityunjaya (1).
Ouvindo esse maravilhoso mantra, logo surgiu a vontade de escrever algo, e por isso vim para o note-book grafar algumas palavras de improviso.
Que Você me inspire a grafar palavras de luz, e que as mesmas possam viajar até os corações sensíveis à Paz e à Luz, levando aquela atmosfera espiritual que encanta e faz pensar na grandiosidade da vida em todos os planos.

* * *

Shiva, dizem que quando você bate a ponta de seu tridente no chão, surgem os raios que rasgam a escuridão no firmamento. Será por isso que alguns de seus clarões estão espocando dentro do meu chacra frontal agora?
Também dizem que Você é o grande transmutador interdimensional e que através de seu olho espiritual nada escapa à sua percepção cósmica. Será por isso que sinto agora os seus olhos interpenetrando os meus enquanto escrevo sem sequer pensar?
Sim, dizem muitas coisas a seu respeito, mas o que sinto agora é o seu silêncio atravessando os espaços e chegando quietinho aqui em meu coração. O que sinto é um abraço invisível, terno e firme, de Pai para filho, de Mestre para discípulo, de Espírito a espírito...

* * *

Penso em Você... O Amor me toca... as lágrimas rolam naturalmente, enquanto o meu coração se abre ao seu sopro divino. Então, escuto um coro de vozes angelicais entoando uma canção portentosa, que não entendo na mente, mas compreendo no coração e sei que atravessa os diversos planos levando as ondas de compaixão em Seu Nome.
Em algum lugar essa canção está erguendo muitos espíritos caídos nas trevas da ignorância e do apego após a morte. Não sei onde nem como, só sei que muitas consciências extrafísicas estão sendo desprendidas da crosta terrestre por intermédio dessa canção celeste, que não escuto com os ouvidos, mas dentro da consciência (2).
A canção aumenta, e percebo que ela agora varre até mesmo o meu corpo físico. Parece que uma energia branquinha viaja velozmente por dentro do meu corpo. Mergulho nessa sintonia e começo a sentir as emoções dos espíritos que estão sendo levados pela canção aos templos extrafísicos de cura. Mesmo ao longe e sem saber os motivos deles, percebo que estamos ligados na mesma assistência espiritual. Sinto suas emoções e passo junto com eles as dores de um parto consciencial, as mudanças de energias e suas transformações, os seus dramas e contendas, e a necessidade de se esquecer do passado e ascender a outras moradas na Casa do Pai Celestial.
Choro junto com eles, enquanto uma luz alaranjada sobe da base de minha coluna até o meio de minha testa, numa explosão suave de compaixão luminosa. Deixo que essa luz flua para eles com todos os meus melhores votos de melhoria. Não os vejo, e eles não me vêem, mas estamos ligados pela canção celeste que ecoa por entre os planos e corações sensíveis à Paz.

* * *

Shiva Nataraja (3), sua dança muda o padrão das energias e rasga os véus da ilusão (maya) que cegavam a mente e o coração. No seu movimento, os homens da Terra e do Espaço ascendem a climas melhores e encetam novos objetivos em seus rumos evolutivos.
Sabe, eu gostaria de poder passar para as pessoas as ondas de amor dessa canção que não se escuta por aqui. Essa mesma canção que não entendo, mas que o meu coração me diz que sua tradução espiritual seria mais ou menos assim:

“Levantem-se, ó filhos do Espírito Supremo!
É o Senhor Shiva que os convoca.
Venham ter com Ele nas pradarias celestes.
É hora de voltar para a casa de luz.
É hora de esquecer os dramas do passado.
É hora de ascender nesta canção.
Vocês são Shiva! A canção é Shiva!
Nós somos Shiva! Tudo é Shiva!
O Céu e a Terra, os homens e os espíritos, tudo é Shiva!
Tudo é Ele! Tudo é Ele! Tudo é Ele!”

sexta-feira, 22 de abril de 2011

MOFICUSHINTH* E TERAPIA HARI*: A ORIGEM

PERGUNTAS PERFEITAS, RESPOSTAS IMPERFEITAS

O que hoje está se tornando uma realidade tem suas raízes, provavelmente, na década de 1980, quando eu, ainda jovem Jaya, comparando a visão que tinha do mundo com as concepções herdadas de minha família, cultura e religião, percebi as discrepâncias entre elas. Era difícil para mim manter-me indiferente a tantas e tamanhas incongruências. O mundo como criação de Deus era uma impossibilidade; Deus como perfeição era um absurdo. Por que? Porque um Deus perfeito só poderia ter feito um mundo perfeito, e o mundo tal como o via, parecia tão imperfeito, que só poderia ser a criação de um demônio.
Nascido numa família católica, filho de uma fervorosa cristã que tinha lá sua devoção a certos santos e fé (quase) inabalável em Jesus Cristo, naturalmente, trazia comigo as marcas da religiosidade de minha mãe e também tentava encontrar em mim mesmo os fundamentos daquelas crenças; mas não encontrava. Eu não conseguia entender, por exemplo, qual a razão do sofrimento, se Deus poderia nos ter poupado dele. A  explicação da Igreja de que é pelo sofrimento que nos purificamos e, assim, compreendemos e somos admitidos por Deus, é, para dizer no mínimo, “de mal gosto”. A ideia de que o mal adentrou a Criação pela desobediência humana de dois seres ingênuos, que nem mesmo sabiam a diferença entre obedecer e desobedecer, pois não se percebiam a si mesmos como estando “nus”, não encontrava respaldo racional em minha cabeça. “Haveria alguma explicação razoável para tantas coisas sem nexo?” – era o que me perguntava, e não via no meu horizonte qualquer chance de encontrar resposta.
Bem, já diz o ditado que “remédio de doido é doido-e-meio”. Já que o cristianismo não tinha a mínima condição de esclarecer minhas dúvidas, fui bater às portas das religiões orientais, não sem antes dá uma última chance ao espiritismo cristão de Alan Kardec. Foi nele que encontrei os termos “reencarnação” e “carma”, que, no primeiro momento, me pareceram muito interessantes e até explicativos, mas logo geraram outras questões que nem Kardec tinha as respostas. Além disso, a necessidade de ser aceito pela comunidade cristã fez com que o espiritismo se torna-se uma doutrina adocicada demais para um mundo amargo ao extremo – o que poderia parecer, à primeira vista uma solução (um grande doce para um grande amargo), nada mais era, para mim, do que uma estratégia para capturar os desiludidos do cristianismo, porém presos às crenças cristãs.
O fundamentalismo do islã mais me afastou dele do que me atraiu. Talvez, eu, movido pelo preconceito, talvez pela própria rigidez de suas práticas, o islamismo não conseguiu atrair-me naquela busca religiosa. Foi quando conheci a Sociedade Teosófica, de Anne Besant e Charles Leadbeter, e com ela uma das pessoas que mais me influenciariam, a partir dali – J. Krishnamurti (depois de ter estudado Filosofia, considero-o a encarnação de Sócrates). Conselho: quem esperar encontrar as respostas de suas indagações nos livros e nas palavras do já falecido Krishnamurti, melhor voltar à sua velha Bíblia (aquela, que para os evangélicos é dublê de desodorante e para os católicos é guarda-pó no canto da sala). Ele diz a você o que você não queria ouvir e retorna sua pergunta da maneira como você jamais queria perguntar. Exemplo: “Quando estamos sozinhos, nos achamos muito feios, por isso procuramos o outro, por isso queremos encontrar a beleza no outro, por isso fazemos aos outros perguntas cujas respostas estão em nós mesmos – e são muito feias!”. Armado de tal archote, continuei minha busca.
A moral estóica do budismo me ensinou um pouco de disciplina e me fez ver que é possível deixar Deus de lado, como uma possibilidade, não como certeza, e estar sempre “a caminho”, nunca “em algum lugar” – isto é, nunca convicto de coisa alguma. Dali, adentrei o hinduísmo, onde Deus, retalhado em várias divindades, avatares e encarnações, tomou uma feição mais humana, apesar de exótica – Brahma, Vishnu e Shiva eram aspectos de uma mesma realidade transcendente, que manifestada no mundo, gerava os avatares e deuses. Foi ali que conheci Krishna, e logo senti uma atração inexplicável.
Foi então que soube da existência do “Movimento Hare Krishna” no Brasil e logo tive a surpresa de encontrar, dentro de um ônibus urbano em eu estava, um membro do Movimento, que me ofereceu uns “pauzinhos cheirosos” (incensos) e um livreto, impresso em papel reciclado, intitulado “Perguntas Perfeitas Respostas Perfeitas”. Minhas respostas tinham de estar ali. 

(Continua na próxima semana)     

quarta-feira, 20 de abril de 2011

FILIAÇÃO E AQUISIÇÃO DE CD'S

Para filiar-se ao MOFICUSHINTH* basta enviar e-mail para moficushinth@yahoo.com.br solicitando a FICHA DE FILIAÇÃO. Antes de preenchê-la, saiba seus direitos e as vantagens de tornar-se membro deste Movimento, assim como seus deveres para com ele.
Lembramos, nesta oportunidade, que qualquer pessoa, membro ou não, pode adquirir os CD's da Terapia Hari* em sua residência (somente na área metropilitana de São Luís, por enquanto), pelo valor de R$10,00 (dez reais), sem custos adicionais (pagamento contra-entrega para unidade e via depósito bancário, a partir de 5 unidades), nas categorias: 1- Meditação; 2- Sons da Natureza; 3- Canções da Terra; 4- Mantras e 5- Canto Gregoriano. Pedidos pelo e-mail: terapiahari1@yahoo.com.br ou pelo fone: (98)8853-1401 (OPERADORA OI). Entrega no prazo de 5 dias, a partir do recebimento do e-mail de solicitação de compra.

Hj. Narada Krishna
Secretário de Comunicação